Alckmin aceita corrigir dívidas com taxa Selic

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse ontem que aceita usar a Selic para corrigir as dívidas dos Estados com a União. Para ele, a taxa básica de juros - hoje em 9,75% ao ano - deve servir como "teto" para o reajuste do valor devido pelos governos estaduais. São Paulo é hoje o maior devedor da União, com uma conta de R$ 173 bilhões - o equivalente a 44% da dívida total dos Estados. Para Alckmin, "tanto faz" estabelecer a Selic como limite de correção ou atrelar a variação dos valores ao IPCA. "A Selic como teto me parece importante. Não vejo mais razão de manter o IGP-DI. É uma maneira incorreta de financiar Estados e municípios, com um contrato leonino." O governador participará na semana que vem de audiência no Congresso para debater um novo indexador da dívida. / BRUNO BOGHOSSIAN

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