A volta dos que não foram

Jose Roberto de Toledo

25 de setembro de 2010 | 11h40

A renúncia de Joaquim Roriz (PRTB) à disputa do governo do Distrito Federal em favor de sua mulher é, obviamente, uma não-renúncia. O nome e a foto do ex-governador continuarão na urna eletrônica, embora a propaganda possa sugerir que sua cônjuge é, formalmente, a candidata. A Justiça eleitoral e os ministros do STF que julgam a Lei da Ficha Limpa estão compelidos a julgar a formalidade da manobra, um triplo carpado hermenêutico (apud Ayres Brito). Fora eles, só crê na renúncia de Roriz quem acredita em aerotrem.

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