A decisão do voto

Jose Roberto de Toledo

25 de outubro de 2010 | 00h44

Desde 1989, a reta final da campanha presidencial é sacudida por denúncias, algumas de última hora, outras relevantes. E desde então elas afetam marginalmente o resultado. Em eleições apertadas, a margem faz diferença. Parece que o rabo balançou o cachorro.

A grande maioria dos eleitores, porém, pensa no que é melhor para si e vota de acordo com essa avaliação. Para uns, significa mais chances de ascender. Para outros, assegurar o já conquistado. Ou seja, é o pragmatismo do eleitor que faz o cachorro se mover de fato.

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