Eike Batista não tem prisão decretada na Arquivo X

Vera Magalhães

22 de setembro de 2016 | 07h57

O empresário Eike Batista, cujas empresas são alvo da nova fase da Lava Jato deflagrada nesta quinta-feira, não teve prisão temporária decretada, como outros investigados — entre eles o ex-ministro Guido Mantega, preso em São Paulo enquanto acompanhava a mulher em uma cirurgia.

Nesta 34a. fase da Lava Jato, são cumpridos 33 mandados de busca e apreensão, oito de prisões temporárias e oito de condução coercitiva.

A operação foi batizada de Arquivo X numa alusão ao fato de Eike Batista ter como marca de seu grupo empresarial a repetição da letra X.

Esta fase investiga a contratação pela Petrobras de empresas para a construção de duas plataformas de exploração de petróleo no pré-sal. Segundo a PF, Mantega teria atuado diretamente em 2012 para negociar o pagamento de dívidas de campanha do PT.

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