Marina Silva e seu animado ‘ostracismo político’
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Marina Silva e seu animado ‘ostracismo político’

Roldão Arruda

16 de outubro de 2012 | 23h39

No dia 11, véspera do feriado nacional, cerca de 400 jovens se reuniram em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, para ouvir a ex-senadora Marina Silva, atualmente sem partido, falar sobre democracia, ética e sustentabilidade. Dois dias depois, em São Paulo, ao participar de um painel sobre imprensa e sustentabilidade, ela conseguiu lotar um dos salões do congresso da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), no Hotel Renaissance. 

Isso tem sido rotina na vida da ex-senadora, terceira colocada nas eleições presidenciais de 2010, com 19,6 milhões de votos. Por onde passa, seja no interior da Bahia ou na animada região dos Jardins, em São Paulo, encontra gente interessada em ouvir o que tem a dizer. 

Pelas estimativas da própria Marina, desde a campanha de 2010 já falou diretamente para cerca de 45 mil pessoas, no Brasil e no exterior. Na maior partes das vezes as audiências eram compostas por jovens.

O número constrata com os resmungos de alguns líderes do PV, partido que praticamente defenestrou a ex-senadora após as eleições, de que ela vive um período de ostracismo político. Se fosse verdade, seria um raro, gordo e animadíssimo caso de ostracismo.

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