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Veja as frases de destaque do 5º dia de julgamento

Redação

08 de agosto de 2012 | 20h51

Flávia D’Angelo, de O Estado de S.Paulo

Ideias fantasmagóricas, Kafka, fofocas e intrigas fizeram parte da explanação dos advogados durante a tarde desta quarta-feira, 8, no Supremo Tribunal Federal. Veja as frases de destaques do dia.

“A acusação pediu a absolvição por parte de provas, mas a defesa pede mais. Pede que seja reconhecida a sua inocência” – Luis Justiniano de Arantes Fernandes advogado de Luiz Gushiken.

“O MP não deu a mão à palmatória ao pedir a absolvição de Luiz Gushiken” – Luis Justiniano de Arantes Fernandes advogado de Luiz Gushiken.

“João Paulo se expõe. Aparece e mostra a cara porque não cometeu crime algum” – Alberto Zacharias Toron advogado de João Paulo Cunha.

“A ideia de lavagem de dinheiro em relação a João Paulo Cunha é fantasmagórica. Não há em hipótese alguma o crime de lavagem de dinheiro” – Alberto Zacharias Toron advogado de João Paulo Cunha.

“Fosse corrupção, leva-se o dinheiro em mãos e não via transações bancárias. Ele não se valeu disso porque não recebeu dinheiro de corrupção” – Alberto Zacharias Toron advogado de João Paulo Cunha.

“Eminente ministro que pratica lutas e eu admiro sabe que na luta deve-se usar a força do inimigo. É o que vou fazer agora” – Alberto Zacharias Toron advogado de João Paulo Cunha.

“Não posso ser mais realista que o rei” – Alberto Zacharias Toron advogado de João Paulo Cunha.

“O que faz a acusação quen não fez a prova que o competia?” – Alberto Zacharias Toron advogado de João Paulo Cunha.

“Pode até ser que ele olhava mais o presidente” – Alberto Zacharias Toron advogado de João Paulo Cunha sobre os serviços e assessoria prestados por Luis Costa Pinto.

“As provas válidas são as produzidas durante o dia” – Alberto Zacharias Toron advogado de João Paulo Cunha.

“O sofrimento é indelével e cruel. A pena é perpétua e cruel. A absolvição vai sar a ela a possibilidade de voltar ao mercado de trabalho” – Antonio Cláudio Mariz advogado de Ayanna Tenório.

“É kafkiana a acusação contra ela” – Antonio Cláudio Mariz advogado de Ayanna Tenório.

“Por que ela deveria descofiar de saques sendo que já se mostrou aqui que saques intercasa era normal?” – Antonio Cláudio Mariz advogado de Ayanna Tenório.

“Ela entrou para sair na data certa. Entrou em 2004 e saiu em 2006. Ela está amargando um escanteio, uma marginalização do mercado, ela não está no banco” – Antonio Cláudio Mariz advogado de Ayanna Tenório.

“A única verdade é que ela era diretora do banco e responsável pelo jurídico” – Antonio Cláudio Mariz advogado de Ayanna Tenório.

“Ayanna não ocupou cargos de finanças. Não teve essa formação. Ela é voltada a RH” – Antonio Cláudio Mariz advogado de Ayanna Tenório.

“Creio em falar em nome do povo brasileiro ao dizer que este tribunal tem discutido temas de interesses de toda a nação e tem colocado nos trilhos essas questões” – Antonio Cláudio Mariz advogado de Ayanna Tenório.

“Se o Banco Rural não tivesse uma carteira de qualidade não teria sobrevivido às crises que passou. Se sua gestão fosse temerária ou fraudulenta, ele não sobreviveria” – Mauricio de Oliveira Campos Jr advogado de Vinicius Samarane.

“A perícia diz que não há estranheza em um saque ser feito em agências de outras praças” – Mauricio de Oliveira Campos Jr advogado de Vinicius Samarane.

“Senhores, eu faço o desafio: não há um saque que não foi comunicado ao Banco Central” – Mauricio de Oliveira Campos Jr advogado de Vinicius Samarane.

“Não é verdade que os documentos foram tirados a força. Ninguém conseguiu os documentos do Banco Rural por diligência” – Mauricio de Oliveira Campos Jr advogado de Vinicius Samarane.

“Foi pela TV que se via Roberto Jefferson lançar acusações contra todas as pessoas” – Mauricio de Oliveira Campos Jr advogado de Vinicius Samarane.

“Atribui-se a todos (acusados) os crimes, como se Vinicius pudesse responder por condutas que não participou” – Mauricio de Oliveira Campos Jr advogado de Vinicius Samarane.

“Tratam a conduta bancária como crime” – Mauricio de Oliveira Campos Jr advogado de Vinicius Samarane.

“O fato é um só, a quadrilha não surge antes. A lei da relatividade foi transgredida muitas vezes nesse processo” – Márcio Thomaz Bastos, advogado de José Roberto Salgado.

“O fato de ele ser responsável por uma instituição financeira não signifa que ele é responsável pelos delitos cometidos no âmbito dela” – Márcio Thomaz Bastos, advogado de José Roberto Salgado.

“Nenhuma faz referência pessoal” – Márcio Thomaz Bastos, advogado de José Roberto Salgado sobre as denúncias a Salgado.

“Ele era funcionário de 3º escalão” – Márcio Thomaz Bastos, advogado de José Roberto Salgado sobre o ex-funcionário do Banco Rural Carlos Godinho.

“Não esperem um defesa sintética, uma defesa brilhante”– Márcio Thomaz Bastos, advogado de José Roberto Salgado.

“Ao juri cabe reconstruir uma situação passada que nós não olhamos, só vimos pelo retrovisor. É uma tarefa díficil e delicada” – Márcio Thomaz Bastos, advogado de José Roberto Salgado.

 

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