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Veja as frases de destaque do 4º dia de julgamento

Redação

07 de agosto de 2012 | 20h09

Flávia D’Angelo, de O Estado de S.Paulo

No quarto dia de julgamento do mensalão, os advogados dos cinco réus fizeram a defesa oral de seus clientes e se basearam na desqualificação da denúncia da acusação para construir as suas defesas. Um deles chegou a comparar a denúncia a um “roteiro de novela das 20h”. Veja abaixo as principais frases do dia:

“As operações foram todas aprovadas por José Augusto Dumont (falecido em 2004)” – José Carlos Dias, advogado de Kátia Rabello

“O Banco Rural foi vítima da sua própria transparência”– José Carlos Dias, advogado de Kátia Rabello

“Como esperar que uma diretora de banco pudesse fiscalizar todos os saques feitos no banco?”– José Carlos Dias, advogado de Kátia Rabello

“São quadrilheiros que não se conhecessem. A denúncia não indica qualquer vantagem que eles teriam” – José Carlos Dias, advogado de Kátia Rabello

“Ela não era uma funcionária de marketing. Ela era uma bailarina. Vocacionada e preparada pelo seu pai para ser a banqueira. Ela não tinha vocação para isso (banco)”- José Carlos Dias, advogado de Kátia Rabello

“Essa defesa deve ter o timbre de desagravo. É a defesa que faço de uma mulher que está injustiçada” – José Carlos Dias, advogado de Kátia Rabello

“Adoro o MP, respeito o MP, mas não existem provas que comprovem (a culpa de Geiza). O procurador na época da denúncia preferiu por a culpa em uma pobre coitada ao invés da cafetina”– Paulo Sérgio Abreu e Silva, advogado de Geiza dos Santos

“Se ela era uma batedeira de cheque, por que ela ia se meter nessa aventura? É uma falta de sensibilidade de quem fez a denúncia” – Paulo Sérgio Abreu e Silva, advogado de Geiza dos Santos

“Ela era uma funcionária mequetrefe de 2º ou 3º escalão”– Paulo Sérgio Abreu e Silva, advogado de Geiza dos Santos

“Se ela não cumprisse, seria demmitida por justa causa” – Paulo Sérgio Abreu e Silva, advogado de Geiza dos Santos

“Não tenho mais o que falar” – Paulo Sérgio Abreu e Silva, advogado de Geiza dos Santos ao falar sobre sua tese de defesa

“Não é uma mera sustentação oral, ele deve estar presente” – José Carlos Dias ao pedir o adiamento da sessão por conta da ausência de Carmen Lúcia

“Até na novela a Carminha disse que ia processar a Nina por formação de quadrilha” – Leonardo Isaac Yarochewsky, advogado de Simone Vasconcelos

“Simone precisava de autorização para subir na sala dos sócios” – Leonardo Isaac Yarochewsky, advogado de Simone Vasconcelos

“Não há nada de anormal pegar um carro forte” – Leonardo Isaac Yarochewsky, advogado de Simone Vasconcelos

“Ela era empregada, o dinheiro não lhe pertencia” – Leonardo Isaac Yarochewsky, advogado de Simone Vasconcelos

“Em todo o momento Simone traz a mesma versão, com transparência, honestidade e sinceridade. Ela nunca negou que, a mando de Marcos Valério, entregou várias quantias em dinheiro a vários parlamentares. Ela não sabia quem eram os parlamentares” Leonardo Isaac Yarochewsky, advogado de Simone Vasconcelos

“Ele não merece ser condenado” – Paulo Sérgio Abreu e Silva, advogado de Rogério Tolentino

“Quando o Rogério fez caixa 2 e sonegou, a Receita o pegou com a famosa multa” – Paulo Sérgio Abreu e Silva, advogado de Rogério Tolentino

“Na pessoa Física, o Rogério recebeu a importância de R$ 1,497 milhão, antes de aparecer mensalão e mensalinhos. Ele me afirmou que recebia honorários da SPM&B e não contabilizava. Isso é caixa 2″ – Paulo Sérgio Abreu e Silva, advogado de Rogério Tolentino

“Absurdos dos absurdos. A confusão da denúncia é de tal ordem que esclareço. Eu devia ter embargado sobre isso” – Paulo Sérgio Abreu e Silva, advogado de Rogério Tolentino

“A investigação do MP é própria de roteiro de novela das 20h” – Paulo Sérgio Abreu e Silva, advogado de Rogério Tolentino

“Rogério Tolentino nunca foi sócio ou gestor das empresas de Marcos Valério” – Paulo Sérgio Abreu e Silva, advogado de Rogério Tolentino

“A defesa de Rogério Tolentino não vai criticar os ministros. Não vai fazer qualquer citação. Os colegas que me antecederam já fizeram” – Paulo Sérgio Abreu e Silva, advogado de Rogério Tolentino

“Não compete ao réu demonstrar a sua inocência. Cabe ao MP mostra a culpabilidade do acusado” – Castellar Modesto Guimarães Filho, advogado de Cristiano Paz

“Ser sócio não se considera presunção de culpa. O simples ingresso de alguém que nesta não exerça função gerencial ou participação efetiva em atos de gestão não pode ser considerado para a culpa penal” – Castellar Modesto Guimarães Filho, advogado de Cristiano Paz

“Para um homem de publicidade a tarefa que lhe cabe é se dedicar à sua atividade de criar” – Castellar Modesto Guimarães Filho, advogado de Cristiano Paz

“(Cristiano) É um homem voltada a criação por natureza” – Castellar Modesto Guimarães Filho, advogado de Cristiano Paz

 

 

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