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TV Estadão promove debate sobre pesquisa Ibope; leia como foi

Camila Tuchlinski

07 de junho de 2010 | 18h27

A TV Estadão e o estadão.com.br promoveram debate sobre a última pesquisa Ibope/Estado/TV Globo, divulgada neste domingo. Participaram da conversa Márcia Cavallari, diretora do Ibope, José Roberto de Toledo, jornalista especializado em reportagens com uso de estatística e blogueiro do estadão.com.br, e Daniel Bramatti, repórter de editoria de Nacional do Estado. A mediação foi feita pelo jornalista Roberto Godoy.

Leia abaixo os principais trechos:

19h09 – “Saúde é um problema constante para as pessoas. Se você olhar sistematicamente, a avaliação da Saúde é sempre negativa”, comenta a diretora do Ibope. Roberto Godoy encerra o debate.

19h07 – Cavallari: “O que o brasileiro está querendo é essa continuidade do avanço”.

19h05 – “De acordo com a pesquisa, o tucano está captando votos dos descontentes. Descontentes com o quê?, pergunta Godoy. “O eleitor está mais pragmático. A questão é convencer os eleitores para ver quem vai continuar com o está sendo feito”, diz Cavallari.

19h03 – “O que explica o crescimento da Dilma? Ela está mais conhecida entre os eleitores?”, questiona um internauta.

18h59 – Cavallari: “As pessoas acabam levando em conta para decidir seu voto a repercussão entre conhecidos.”

18h57 – “Se Serra ficar com os horários dos partidos aliados no mês de junho, Serra tem grande possibilidade de reagir”, afirma Toledo.

18h54 – Cavallari: “A pesquisa tem sim uma influência, mas não diretamente no eleitor. Mas é uma influência institucional”.

18h52 – Tanto Serra quanto Dilma são candidatos com perfil bastante técnico. Essa questão do diploma e da escolaridade não deve influenciar muito, comenta Cavallari. Bramatti pergunta a respeito da inversão do favoritismo entre os dois. “Essa indicação pode ser um fator ou é só do momento?”. “Já vi essa pergunta oscilar com o que o eleitor vê na própria pesquisa”, responde a diretora do Ibope.

18h49 – Um internauta questiona a validade das pesquisas para um número tão pequno que é consultado. Todos concordam que é difícil conhecer alguém que tenha sido entrevistado pelo Ibope.

18h46 – Pergunta do internauta: “Se o Serra está estável nas pesquisas, de onde a Dilma está tirando votos?”. Tudo o que o Serra perdeu foi para a petista, responde Bramatti. Serra é um candidato conhecido da população, a Dilma não. Ele começou mais alto e à medida em que Dilma ficou mais conhecida subiu nas pesquisas, pondera Cavallari.

18h42 – Bramatti: “Parte do eleitorado do Serra é beneficiado pelos programas do governo federal. Isso pode atrapalhar a campanha dele?”. Para Cavallari, a campanha só deve começar mesmo quando começarem as propagandas eleitoriais na TV.

18h40 – “Hoje, os eleitores no norte e nordeste dão uma vantagem maior para a Dilma do que os mais pobres”, diz Toledo.

18h38 – Cavallari: “Em 2006, tínhamos uma diferença entre os mais escolarizados entre quem votava. Nesta pesquisa, vemos que essa é uma diferença regional e não de classe social”. No conjunto das pesquisas percebemos que os brasileiros estão num momento muito bom”. “Essa questão de continuar como está é inegociável para o eleitor”.

18h36 – Toledo reitera que Dilma tem o mesmo percentual de rejeição entre homens e mulheres. Quanto à questão regional de votos, o jornalista afirma que esse tópico será um dos principais do pleito.

18h34 – “A mulher acaba vivenciando mais os problemas da casa do que o homem. Existe, sim, nas eleições presidenciais, uma indecisão maior entre as mulheres”, diz Cavallari.

18h32 – Daniel Bramatti pergunta qual  a diferença entre o eleitorado masculino e feminino. Para a diretora do Ibope, “temos que ver agora a relação das mulheres com a Dilma. Não podemos falar que é rejeição”.

18h29 – O debate começa com uma pergunta sobre o crescimento da pré-candidata petista. Para Cavallari, Dilma teve mais exposição do que Serra Não dá para saber se ela continuou crescendo.

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