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Sem confronto com Alckmin, Mercadante diz que eleitor reprova atitude de adversário

Armando Fávaro

29 de setembro de 2010 | 02h33

André Mascarenhas

Ao fim do último debate do primeiro turno, o candidato do PT ao governo de São Paulo, Aloizio Mercadante, avaliou que o eleitor irá reprovar a atitude de seu principal adversário, o tucano Geraldo Alckmin, que evitou o confronto direto durante o embate. “Eu esperava que no debate ele pudesse sustentar as críticas que fez durante a campanha. Hoje ele teve quatro chances e não fez nenhuma pergunta. Acho que isso mostra uma atitude que, obviamente, o eleitor reprova”, disse. “O eleitor quer transparência.”

‘Quem está em 1º não pergunta para quem está em 2º’, diz Alckmin sobre provocações de Mercadante

Segundo o petista, Alckmin “pecou” ao fazer ataques pelas costas. E desafiou: “No segundo turno ele terá que fazer o debate frente a frente, olho no olho, cara na cara.”

Mercadante disse acreditar que a força da militância e o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva lhe garantirá o crescimento necessário para que passe ao segundo turno. “Aí será o mesmo tempo pra cada um”, acrescentou.

O petista também minimizou a diminuição da vantagem da presidenciável do PT, Dilma Rousseff, na última pesquisa Datafolha. “Vamos aguardar as próximas pesquisas para ver se isso se verifica. Não é o que mostram pesquisas internas”, disse. Para ele, tanto em nível nacional, como no estadual, o eleitor terá que escolher entre dois projetos “que o Brasil já conhece”.

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