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“Se houver ilegalidade comprovada, eles serão afastados”, diz Guerra sobre funcionários fantasmas

Camila Tuchlinski

23 de junho de 2010 | 14h29

Por Carol Pires

O presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PSDB-PE), disse nesta quarta-feira que, se houver comprovação de que a contratação de funcionários da mesma família, no escritório político dele em Recife, configuram prática de nepotismo, os mesmos serão demitidos.

Reportagem publicada hoje pelo jornal Folha de S.Paulo revela que oito parentes de Caio Mário Mello Costa Oliveira, assessor do senador, são contratados no escritório do senador Sérgio Guerra, em Recife, mas não dão expediente no local.

“Se houver ilegalidade comprovada, eles serão imediatamente afastados”, disse o senador, que deve pedir ao Senado um parecer jurídico esclarecendo se o caso configura ou não nepotismo, uma vez que, segundo Guerra, não há hierarquia entre eles e, por isto, não seria nepotismo.

Sério Guerra disse que Caio Oliveira trabalha para ele há 15 anos como uma espécie de “faz-tudo”, resolvendo problemas políticos e administrativos para ele em Pernambuco. O senador também rechaçou a denúncia de que eles seriam funcionários fantasmas. Todos, segundo Sérgio Guerra, trabalham para ele fazendo serviços de assessoria.

“Nunca nomeei parente meu. Tenho uma base política ampla no Estado que preciso dar sustentação. Conheço uma família que trabalha comigo e me dá parte dessa sustentação”, explicou.

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