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Renan diz que vai recorrer da decisão do Supremo sobre CPI da Petrobrás e sugere que trabalho comece na terça

Lilian Venturini

29 de abril de 2014 | 17h53

Presidente do Senado disse que ao apresentar o recurso, que não terá efeito suspensivo, estará cumprindo seu ‘dever constitucional


Daiene Cardoso

Brasília – O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), anunciou na tarde desta terça-feira, 29. no plenário da Casa, que vai recorrer de forma institucional ao pleno do Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão da ministra Rosa Weber que determina a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobrás. Renan disse que é seu “dever constitucional” apresentar o recurso, mas que como não há efeito suspensivo do recurso, cumprirá a determinação judicial imediatamente.

“Recorro porque é imperioso pacificar o entendimento do pleno”, disse o presidente do Senado. De acordo com ele, o recurso é “dever de ofício” e mostra a “coerência institucional” da presidência do Senado.

O peemedebista aproveitou para solicitar que os partidos apresentem seus indicados para compor a comissão, que terá 13 titulares. Na ocasião, o líder do PTB, senador Gim Argello (DF), anunciou que ele e o senador paulista Antonio Carlos Rodrigues, são os nomes indicados pela sigla para integrar o grupo.

Renan propôs que os trabalhos possam começar já na próxima terça-feira (6), dia em que solicitou uma reunião de líderes para discutir a exigência dos deputados em instalar a comissão mista do Congresso Nacional. O peemedebista argumentou que a opção entre CPI e CPMI é uma decisão política e que gostaria de “dividir” essa definição com os líderes partidários.

 

 

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