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PT pede que Ministério Público apure formação de policiais em SP

Morte de um vendedor ambulante por um militar na Lapa e a desocupação de um hotel no centro na semana passada motivaram partido a abrir representação

Ricardo Chapola

23 de setembro de 2014 | 19h11

Duas ações policiais realizadas na semana passada motivaram o diretório municipal do PT a abrir uma representação no Ministério Público exigindo que a formação de policiais no Estado seja investigada. O partido divulgou uma nota de repúdio à operação da PM que culminou com a morte de um vendedor ambulante na zona oeste e também da ação de desocupação de um hotel no centro da capital paulista. A representação do PT pede também a apuração dos procedimentos da polícia em casos de reintegração de posse.

 

No texto assinado pela Executiva Municipal do PT, a sigla acusa o governador Geraldo Alckmin, que comanda a polícia militar, de “criminalizar os movimentos sociais”. Segundo a nota, os dois episódios comprovam que  tanto o governo quanto o comando da PM “mandam para as ruas policiais sem formação e o amadurecimento suficientes para atuar em situações de confronto”. Para o PT, “apertar o gatilho” não deveria ser a primeira reação.

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