“Chegou a hora de uma mulher comandar o País”, afirma Dilma Rousseff
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“Chegou a hora de uma mulher comandar o País”, afirma Dilma Rousseff

Camila Tuchlinski

13 de junho de 2010 | 09h50

Por Carol Pires / BRASÍLIA e Rodrigo Alvares ENVIADO ESPECIAL / BRASÍLIA

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(Celso Júnior/AE – 13.06.2010)

A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, afirmou na tarde deste domingo, 13, que “chegou a hora de uma mulher comandar o País”. Durante o evento que oficializou a ex-ministra para suceder o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ela afirmou: “Para ampliar e aprofundar o olhar de Lula, ninguém melhor que uma mulher na presidência da República”, afirma Dilma”.

Pouco antes, Lula fez duras críticas à oposição durante o lançamento da candidatura de Dilma Rousseff à Presidência da República. Lula disse que “o bicho vai pegar” e que “as possibilidades de ganhar as eleições são totais, quase absolutas”. O palco da Convenção Nacional do PT neste domingo, 13, em Brasília (DF), foi estrategicamente ocupado por mulheres. Cerca de 1,5 mil militantes compareceram ao encontro.

A Convenção Nacional do PT fechou uma agenda de encontros partidários neste fim de semana, que começou com a festa de lançamento, em Salvador, de José Serra a presidente da República pelo PSDB, passando pela formalização do apoio do PDT à campanha petista, em São Paulo, e a confirmação de Michel Temer como candidato à vice na chapa de Dilma na convenção deste domingo, em Brasília.

13h27 – “Pois é para ela, e para as milhões e milhões de pequenas Vitórias e Marias, meninas deste Brasil que não sabem ainda que uma mulher pode ser presidente, é para elas que eu quero dedicar a minha luta. E a nossa vitória”. Dilma finaliza seu discurso: “Para que, assim como depois de Lula, um operário brasileiro sabe que ele, seu filho, seu neto, podem ser presidente do Brasil, estas pequenas Vitórias e Marias também possam responder, quando perguntadas o que vão ser quando crescer; que elas possam responder, como fazem os meninos : ‘Eu quero ser Presidente do Brasil!’ E que o Brasil seja cada vez mais feliz por causa desta resposta.”

13h25 – “Eu estava num aeroporto, quando um jovem casal, com uma filhinha linda, se aproximou. E a mãe falou assim: ‘Eu trouxe minha filha aqui pra que você diga a ela que mulher pode’. Eu perguntei para a guria: ‘mulher pode o quê?’. E ela: ‘ser presidente’. Eu disse: ‘pode sim, não tenha dúvida que pode’. Sabem como é o nome desta menininha? Vitória!”, finalizou Dilma.

13h22 – “Depois de eleitos, governaremos para todos, como fez Lula, o presidente que mais uniu os brasileiros.”

13h15 – “É mais que simbólico que, nesse momento, o PT e os partidos aliados estejam dizendo: chegou a hora de uma mulher comandar o País. Para ampliar e aprofundar o olhar de Lula, ninguém melhor que uma mulher na presidência da República”, afirma Dilma.

13h13 – De acordo com a candidata, “a consolidação do Estado democrático de direito passa, igualmente, pela garantia e manutenção de ampla liberdade de imprensa e da livre circulação e difusão de idéias”.

13h11 – Dilma: “Para o Brasil seguir mudando precisamos aprofundar a nossa democracia, aperfeiçoando e valorizando nossas instituições. Unir o melhor das nossas energias para fazer a reforma política”.

13h06 – “Quero ser, depois de Lula, a presidente da moderna integração regional do País, porque vejo em nossas regiões imensos celeiros de oportunidades”.

13h04 – “Para o Brasil seguir mudando, precisamos vencer o déficit habitacional já na década que se inicia. Com o Minha Casa, Minha Vida abrimos um vigoroso caminho nesta direção. Garantimos subsídios que evitam o peso de financiamentos insuportáveis para os mais pobres. Mobilizamos o setor privado e simplificamos a burocracia do sistema. Concebi e coordenei, a pedido do presidente Lula, este programa – portanto sei como avançar mais. E já temos pronto o projeto para mais 2 milhões de moradias.”

13h02 – Sempre que começa a abordar um tópico, Dilma fala “Para o Brasil seguir mudando”. Até agora, usou a frase sete vezes.

12h58 – Em fevereiro deste ano, menos de uma hora depois de o 4º Congresso Nacional do PT aprovar o projeto de governo para a candidata à Presidência, a portas fechadas, longe dos holofotes e do discurso eleitoral, os petistas que tratam dos problemas da Saúde admitiram que temiam o confronto entre Dilma Rousseff e José Serra. A reportagem do estadão.com.br flagrou uma reunião em que um grupo de petistas revelou temor pela fragilidade com que Dilma discute a Saúde.

12h57 – De acordo com Dilma, “para o Brasil seguir mudando, para melhor, é fundamental promover um salto de qualidade na assistência universal promovida pelo SUS. Nossas prioridades na saúde estarão baseadas em três pilares: financiamento adequado e estável para o sistema; valorização das práticas preventivas; e organização dos vários níveis de atendimento, garantindo atendimento básico, ambulatorial e hospitalar de alta resolutividade em todos os estados brasileiros.”

12h52 – “É preciso acreditar no Brasil. Acreditar que podemos erradicar a miséria e nos tornar um país com uma das maiores e mais vigorosas classes médias do mundo.”

12h49 – “Quebramos o tabu e provamos que incluir os mais fracos e os mais necessitados ao processo de desenvolvimento do País é um caminho socialmente correto, politicamente indispensável e economicamente estimulador”, afirma Dilma.

12h48 – A candidata petista alfineta os governos anteriores: “Historicamente, quase todos governantes brasileiros governaram para um terço da população. Para muitos deles, o resto era peso,  estorvo e carga”.

12h47 – Dilma: “Vimos se confirmar o que o presidente Lula dissera no início do primeiro governo. Vamos começar fazendo apenas o necessário. Depois, vamos fazer o possível e, quando menos se esperar, nós estaremos realizando o impossível.Quando me perguntam como isso aconteceu, respondo: foi porque trabalhamos com a cabeça e com o coração”.

12h43 – Está sendo entregue entre os jornalistas um manifesto do deputado Domingos Dutra, fundador do PT no Maranhão. Esta semana o PT nacional interveio no PT do Maranhão e anulou a votação que havia aprovado o apoio do partido à candidatura do deputado Flávio Dino, do PCdoB. O PT do Maranhão, agora,  apoiará Roseana Sarney, do PMDB.  Domingos Dutra está em greve de fome desde o dia 11.

12h41 – Dilma, com a voz embargada: “Aqui, nós celebramos a mulher brasileira”.

12h37 – Nos bastidores do prédio, a organização leva centenas de bandeiras roxas com a inscrição “A vez e a voz das mulheres” para os militantes empunharem.

12h36 – Dilma Rousseff é chamada para o discurso final. Elogia Michel Temer e Roseana Sarney.

12h35 – Dutra volta para o palco para cumprir formalidade jurídica. Os convencionais levantaram o crachá e confirmaram a chapa Dilma Rousseff – Michel Temer para a presidência da República.”Crachá na mão, companheiros que aprovam a chapa”. A dupla é ovacionada.

12h31 – É forte o apelo pela eleição de uma mulher presidente. Mais um vídeo mostra imagens de mulheres, desta vez desconhecidas.

12h30 – Lula para Dilma: “Ela já está com cara de presidenta da República”. “Essa vai ser a primeira eleição desde a redemocratização que não vai ter meu nome lá na cédula”, ressalta o presidente. “Vai ficar um vazio nessa cédula e para que esse vazio seja preenchido eu mudei de nome e vou colocar Dilma lá na cédula”. Ele encerra o discurso: “até a vitória no dia 3 de outubro”.

12h28 – “Se eu desse errado, eu tava lascado”, diz o presidente. “Eu tinha medo de fracassar”, confessa. “Eu sou um homem realizado”, continua Lula, “porque tenho uma companheira que suportou todas as agonias da vida, eu tenho um vice que acho que é o melhor vice do mundo”.

12h26 – Lula propõe a criação do dia da hipocrisia, e defende que nem todo político é corrupto e não presta. “Não se pode generalizar”, diz. “Tem jornalista que é extraordinário, tem jornalista que não presta”.

12h21 – Quando passar a faixa presidencial, Lula promete deixar o país com 14 milhões de empregos a mais do que quando assumiu, em 2003. A campanha de 2002 dizia que o Brasil precisava criar 10 milhões de empregos, lembra o presidente.

12h16 – O presidente do Senado, José Sarney (PMDB), também está presente ao palco da cerimônia.

12h14 – Lula mostra confiança na candidata: “As possibilidades de ganhar as eleições são totais, quase absolutas. Mas eleição e mineração a gente só sabe o resultado depois da apuração”. E já pensa na saída da Presidência. Disse que ele, José Alencar e as duas Marisas descerão a rampa do Palácio do Planalto “com sentimento de dever cumprido”.

12h11 – “A imprensa cansa de falar mal de mim, e eu acho que faz parte da democracia. Mas em caso de eleição, é preciso que a imprensa seja neutra ou que pelo menos diga que tem candidato, porque aí a gente muda de canal”, diz Lula.

12h10 – O presidente reclama que a aparição de Dilma nos programas eleitorais do PT durou, segundo ele, 30 segundos, e isso foi noticiado como campanha antecipada. O outro candidato, diz Lula, apareceu oito minutos e ninguém falou nada. Lula se refere à propaganda do DEM, no qual Serra apareceu mais que os democratas.

12h09 – “Eu posso ir tomar uma água de coco na maior tranquilidade sabendo que a Dilma está no comando”. O presidente aproveita para elogiar o técnico Vanderlei Luxemburgo.

12h06 – Lula aos tucanos: “Esperamos que o nossos adversários estejam dispostos a fazer um debate de alto nível e não façam jogo rasteiro inventando dossiê todo dia”. O presidente pede “tranquilidade” a Temer e Dilma, “porque o bicho vai pegar”. “Tenho certeza que muita gente que aparece com cara de anjo na TV, faz o que fez comigo em 2006”, diz o presidente, em alusão ao episódio dos aloprados.

12h04 – “Que não façam mais dossiês, que nós já estamos calejados”, alerta Lula a Dilma e Temer. “Estou convencido de que a possibilidade de ganhar as eleições é absoluta. Mas que ninguém ande de salto alto achando que ‘já ganhou’. Toda eleição tem de ser trabalhada com amor”.

12h03 – Lula cumprimenta os companheiros na platéia. A senadora Ideli Salvatti está de cadeira de rodas hoje. Ela está sofrendo a algum tempo de hérnia de disco na coluna lombar. O senador Aloízio Mercadante veio para a convenção fazendo auto-promoção do livro que vai lançar em alguns dias. Tem dois exemplares debaixo do braço – um para Lula e outro para Dilma.

11h59 – Lula é chamado para falar, para delírio da platéia. “Olê, olê, olê, olá, Lula, Lula”, cantam as mulheres para ouvir o presidente falar. “Vocês estão demonstrando que 100 mulheres são capazes de fazer mais barulho que mil homens”, diz Lula ao pegar o microfone.

11h55 – “O PMDB não é um ajuntamento de pessoas, é um ajuntamento de ideias”, diz o peemedebista. Disse o deputado Ciro Gomes (PSB) há algumas semanas que o PMDB era um “ajuntamento de assaltantes”. “Quando eu vejo aqui ‘Dilma presidente para o Brasil seguir mudando’, eu caso com o lema do PMDB, ‘tem muito Brasil pela frente”, diz Temer. “O PMDB vai entrar nesta campanha com a sua alma, não só com seu raciocínio”.

11h52 – O presidente do PMDB, Michel Temer, é chamado para discursar e recebe aplausos efusivos da plateia. “Quero saudar a todos na figura das trabalhadoras, da dona Marisa e da próxima presidente do País, Dilma Rousseff”.

11h51 – A cada intervalo é exibido um vídeo no telão com a história de “mulheres que com determinação mudaram o Brasil”. Ao final, a imagem de Dilma surge desfocada. Ela se aproxima da câmera e dá um sorrido largo.

11h49 – Dutra anuncia Dilma como a primeira mulher presidente do Brasil. E cita Pablo Neruda para homenagear as mulheres. “Elas sorriem quando querem gritar. Elas cantam quando querem chorar. Elas choram quando estão felizes. E riem quando estão nervosas…”.

11h48 – Dutra mostre os dotes vocais e canta: “Eita que eles estão aperreados, é 13, é 13, é 13, é Dilma para todo lado”. O jingle era usado na campanha de Marcelo Déda na campanha vitoriosa pelo governo de Sergipe em 2006. “Nós vamos eleger a primeira mulher presidenta da República deste País”, brada o petista.

11h46 – O tucano disse, ontem, que, com ele na presidência, “o povo brasileiro não teria surpresas”. Dutra: “Realmente o povo brasileiro não teria surpresas porque já conhece o fracasso do governo que ele participou”.

11h44 – “Nós sabemos que esta não será uma eleição justa”. Dutra aproveita para alfinetar o candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra: “O governo que ele participou provocou um apagão de 11 meses no Brasil”.

11h38 – O presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, é convidado a discursar. “Minhas companheiras e meus companheiros, nós não estaríamos aqui oficializando a candidatura de Dilma Rousseff sem a grande aliança que formamos”, afirma.

11h36 – O Hino Nacional foi cantado pelo grupo Samba de Rainha e a cantora Virgínia Rodrigues.  Ao final da apresentação, Virgínia fez uma narração de um vídeo que mostrava o nome de mulheres idolatradas no Brasil, como Anita Garibaldi, Princesa Isabel , Chiquinha Gonzaga, Pagu e Clarisse Lispector. Maria da Penha é uma das mulheres que acompanham Dilma Rousseff no palco.

11h32 – O público grita “senta, senta, senta”. Quem não tem cadeira, está de pé, impedindo os que estão no fundo de ver o palco. No palco, Lula rouba a cena. O presidente não para sentado, levanta para cumprimentar os militantes da  platéia.

11h19 – A família da candidata petista não compareceu ao evento. Sua filha, Paula Rousseff, está grávida de seis meses e ficou em Porto Alegre (RS). A mãe e uma tia vieram a Brasília, mas ficaram na casa alugada no Lago Sul.

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Cerca de 1,5 mil militantes petistas foram ao Unique Palace

Fotos: Rodrigo Alvares/AE

11h15 – Dilma Rousseff sobe ao palco ao som de gritos e buzinadas dos militantes para ser anunciada como “a próxima presidente do Brasil”. Depois de mais um jingle, chegou a hora de ouvir o Hino Nacional. Dilma, dona Marisa e Lula estão vestidos de vermelho.

11h13 – “Vamos começar o nosso evento. Um ato histórico que irá lançar a primeira mulher presidente do País”, diz a animadora. Segundo assessores, Dilma já está no palco. Michel Temer é anunciado como “próximo vice-presidente do Brasil” e não foi vaiado, como temiam alguns dirigentes petistas. Lula acaba de subir ao palco, para euforia da platéia.

11h01 – Um aliado revela qual será o mote do discurso que Dilma Rousseff fará logo mais: “Lula mudou o Brasil e o Brasil quer seguir mudando”. Para seguir mudando, Dilma falará que o Brasil  precisa investir mais em Educação, Saúde, inclusão digital. Para concluir e levantar o público- formado majoritariamente por mulheres – deve dizer que chegou a hora de uma mulher comandar o País. “Porque as mulheres do Brasil merecem Dilma”, afirma.

10h57 – “Essa luta é nossa? É das mulheres?”, pergunta a animadora da platéia.

10h55 – Paulo Bernardo pergunta: “E o Serra, já achou um vice?”. O ministro mesmo responde: “Deveria ser o Fernando Henrique Cardoso. Ele é o único tucano que de verdade defende as bandeiras do partido”.

10h52 – O ministro do Planejamento Paulo Bernardo não revela qual será o mote do discurso de Dilma Rousseff hoje. “Pode ser ‘Sustenta o Fogo que a Vitória é Nossa”, ele sugere em tom de brincadeira, mas depois emendar: “Mas este não pode porque já tem dono, foi a ordem de comando da Batalha de Riachuelo.

10h45 – A sala dá acesso a uma parte restrita da platéia, de onde os convidados especiais assistirão a oficialização do nome de Dilma Rousseff à sucessão de Lula. Dilma já está na casa. Chegou acompanhada do presidente Lula e da primeira-dama Marisa Letícia.

10h36 – Enquanto a festa oficial não começa, corre uma festa paralela na sala VIP do auditório. Lá, a imprensa não entra, mas da porta dá pra ver que estão por lá o ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci, o candidato da coligação PT-PMDB ao governo de Minas, Hélio Costa, e o ex-governador do Piauí, Wellington Dias, do PT.

10h26 – O ex-técnico da seleção brasileira Vanderlei Luxemburgo está na festa do PT. Ele contou ter se filiado à legenda há um ano, atraído pelo governo Lula que, segundo ele, “mudou o Brasil”. Não vai se candidatar a cargo eletivo este ano. Nas próximas eleições, “quem sabe”.

10h14 – A festa foi organizada para exaltar a mulher. O público segue o script. “Brasil, Brasil é das trabalhadoras”, cantam as militantes, seguindo palavras de ordem ditadas por uma animadora de palco.

10h09 – O jingle da campanha: “Meu Brasil querido, vamos em frente sem voltar pra trás. Pra seguir mudando, seguir crescendo, ter muito mais. Meu Brasil novo, Brasil do povo que o Lula começou vai seguir com a Dilma, com a nossa força, e com o nosso amor. Ela sabe bem o que faz, ela já mostrou que é capaz. Ajudou o Lula a fazer pra gente um Brasil melhor. Lula tá com ela, eu também to. Veja como o Brasil já mudou. Mas a gente quer mais. Quer mais e melhor. É com a Dilma que eu vou. É a mulher e sua força verdadeira. Eu tô com Dilma, Uma grande brasileira.”

10h02 – Alguns participantes, como o deputado federal José Eduardo Martins Cardoso (SP), usam um crachá com o que deve ser o mote do discurso de Dilma: “Pátria Mulher, Pátria Mãe”.

09h59 – “Lula tá com ela, eu também tô, veja como o Brasil já mudou”.

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09h51 – Militantes do PT começam a tomar o Unique Palace, em Brasília. Alguns cantam “São Paulo, avante, é Dilma e Mercadante”. O coordenador da campanha de Dilma na internet, Marcelo Branco, chegou há poucos minutos à sala de imprensa.

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