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Pressionado, PDT deve liberar bancada na votação do mínimo

Jennifer Gonzales

16 de fevereiro de 2011 | 11h44

 Eduardo Bresciani

 Pressionado pelo governo federal, o PDT reúne sua bancada nesta quarta-feira, 16, para definir a posição oficial do partido na questão do salário mínimo. Apesar de o partido ter sido o primeiro a propor o valor de R$ 560,00, a tendência é de liberação da bancada para a votação desta tarde.

O governo enquadrou o presidente do partido e ministro do Trabalho, Carlos Lupi, e ele vem procurando deputados pedindo votos para a proposta do governo de um mínimo de R$ 545,00. Aliados afirmam que se o PDT não encampar a posição do governo seria justo Lupi perder o cargo que ocupa no governo federal.

Diante da pressão, o partido deve abandonar, pelo menos institucionalmente, a defesa do valor de R$ 560,00. A decisão de liberar a bancada enfraquece o deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, que é um dos articuladores do valor maior. Com a bancada liberada, o PDT deve dar alguns dos seus 27 votos para a proposta de R$ 545,00.

A reunião acontece na liderança do PDT na Câmara, onde uma bandeira da Força Sindical foi afixada defendendo o valor de R$ 560,00.

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