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São Paulo e privatização desbancam aborto e dominam debate presidencial

Bruno Siffredi

17 de outubro de 2010 | 19h41

Rodrigo Alvares e Bruno Siffredi

Foco das mais recentes polêmicas da campanha eleitoral, o tema do aborto foi deixado de lado pelos candidatos à Presidência Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) durante o debate promovido neste domingo, 17, pela Rede TV!. Os principais temas abordados no confronto entre os presidenciáveis, realizado nos estúdios da emissora em Osasco (SP), foram as políticas do governo tucano em São Paulo, já alvo de críticas do PT durante a eleição estadual, e as privatizações do governo FHC.

Dilma disse que os governos do PSDB “acumularam recordes negativos” na área da Educação em São Paulo e citou o veto à compra de uma empresa de gás por parte da Petrobrás para criticar a posição do candidato tucano em relação ao investimento em empresas estatais. Por sua vez, Serra disse que o PT “mente o tempo todo” sobre seus planos de governo, principalmente em relação à privatização. “O governo Lula fez mais concessões ao setor privado do que o governo FHC”, apontou o candidato.

Regras

O debate teve cinco blocos. No primeiro, o mediador formulou uma pergunta a ser respondida pelos dois candidatos. Nos segundo e no terceiro bloco, os candidatos fizeram perguntas entre si. No quarto bloco, Dilma e Serra responderam perguntas de jornalistas. No último bloco, os candidatos fizeram suas considerações finais.

Confira abaixo todos os momentos do debate:

23h12 – Serra faz suas considerações finais: “Eu queria começar dizendo que, para mim, é motivo de orgulho ser candidato. Vim de muito longe, de uma família pobre, de gente trabalhadora”, diz o candidato. Serra ressalta que chegou onde está “graças a escola pública”. Serra conta que sua família ensinou valores e diz que, “numa eleição, é importante também pensar nos valores dos candidatos”. “Na vida pública, eu sempre me pautei pela solidariedade, eu sempre fui um servidor publico”, diz o tucano, que acrescenta: “Quem esta no comando tem que servir ao público, e não se servir dele.” Serra diz querer fazer um “governo de união nacional” e que o Brasil “nunca vai ser um país desenvolvido se todas as regiões não andares juntas.”

23h06 – Dilma faz considerações finais. “Eu tenho a honra de ser apoiada e estar no mesmo projeto que o maior presidente da República que este País já teve, que é o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.” Ela afirma que “em 2002, a esperança venceu o medo, agora a esperança vai vencer o preconceito e o ódio”. “Podemos construir um futuro e temos também uma cultura de paz”, diz a candidata. “Essa é a base do fato que somos um País diferente.” “Somos a maior democracia do mundo com valores humanos”, acrescenta Dilma, que volta a citar professores e Educação. Em seguida, indica que o País deve respeitar o Meio Ambiente e cumprir “todos os empenhos que tomou em Copenhague”. “Eu farei um governo voltado sobretudo para a pessoa humana, que será respeitada.” Dilma diz estar “preparada para ser presidente” e que vai “honrar as mulheres”, mas o tempo para sua resposta termina e a candidata é interrompida antes de concluir.

22h59 – Dilma pede direito de resposta por Serra ter dito que a petista “gosta de inflação”. A candidata teve o pedido negado.

22h57 – Serra afirma que petistas apoiam políticas de FHC, apesar das críticas ao ex-presidente. “Eu tenho o apoio de dois ex-presidentes”, diz Serra, citando o senador eleito mineiro Itamar Franco (PPS). “Ela tem o apoio de (Fernando) Collor e (José) Sarney.”

22h55 –
Dilma: “Por que eu comparo, por que ele não quer que eu compare. Ele quer falar, fazer promessa, mas a gente não pode ver se ele sabe fazer. Isso também se configura no caso do emprego. Por que ele não quer discutir o emprego? No nosso governo, o emprego cresceu. Eles apostaram que a crise ia ser um tsunami e ela foi uma marolinha”. Nós investimos e garantimos o crescimento e o consumo”.

22h54 – Serra diz que adversária retorna constantemente ao governo FHC e, depois, questiona críticas ao governo paulista. “Me dá impressão que a Dilma é candidata ao governo de SP.”

22h53 – Dilma: “Vou fazer uma pergunta baseada no que aconteceu nos últimos anos no emprego. Rompemos o círculo do bico, com carteira assinada. Quero perguntar se Serra concorda com o que o ministro do Trabalho do governo FHC dizia sobre a culpa ser do desempregado”.

22h50 – “Eu considero que amor também tem que se expressar no empenho em repassar recursos”, diz Dilma. “O número de crianças e adolescentes com deficiência matriculados eram 250 mil, agora são 640 mil. Respeito não é retórica, respeito são coisas concretas”. Sobre SP, Dilma diz considerar “gravíssimo” o que aconteceu no Estado na área da Educação. “Eu acho que antes de tudo nós temos que dar plano de carreira para os professores”

22h48 –
“O fato é o seguinte: o governo federal atual diminuiu a distribuição de próteses. Esses recursos foram cortados pelo menos pela metade nos últimos anos. Eu creio que o ponto de partida para as pessoas com deficiência é tratá-las com carinho e respeito. MInha ideia é fazer uma rede nacional chamada Zilda Arns. Precisamos de uma rede mais ampla. Vamos fazer 50 pelo Brasil. Essa é a questão básica.”

22h47 –
“Nós adotamos uma política muito forte no que se refere a educação inclusiva, garantindo que a criança deficiente tenha acesso à educação normal e à educação especializada”, diz Dilma, que explica que o governo financia os dois modelos. “Essas instituições merecem todo o apoio que o governo dá a elas.”

22h45 – Serra pergunta Dilma sobre a questão da reabilitação física: “Na esfera federal, não tem se feito praticamente nada. As verbas destinadas não só eram pequenas como mal usadas. Por que tudo isso?”.

22h41 –
“Eu não vou acabar com o Enem. Vocês desmoralizaram o Enem”, responde Serra. “O Enem morreu no seu governo.” O tucano cita problemas com vazamentos de gabaritos e informações de estudantes e, em seguida, lembra que PT era contra o Enem antes de entrar no governo. “O Enem precisa ser refeito. Em São Paulo, nós criamos nossos exames para provar a melhora na qualidade.”

22h40 – “Vou insistir nisso: não subestime a inteligência do povo paulista, ele não merece ser tratado assim, candidato Serra”, responde Dilma. “A pior coisa é uma mãe ver que seu filho não aprendeu. A nota do Ideb é boa porque 50% dela está atrelada à progressão continuada. Mas a mãe de SP sabe que seu filho não aprende”. Não tem como fazer o ProUni sem o Enem. O que o candidato Serra quer? É acabar com o Enem”. Dilma lembra que o DEM – partido de Índio da Costa – quis acabar com o ProUni.

22h39 – Serra diz que São Paulo avançou na Educação e cita estudo sobre o tema. Em seguida, afirma que o PT tem o costume de “atacar” feitos do PSDB no Estado. Sem citar Mercadante por nome, o tucano diz que o estilo de “apenas criticar” do adversário o fez ser derrotado duas vezes. Ao final, questiona Dilma sobre os problemas envolvendo o Enem.

22h37 – Dilma para Serra: “Eu considero que a educação de qualidade é um dos maiores desafios do Brasil. De 2011 a 2014, eu considero que o grande desafio é a educação. Eu queria perguntar por que em 16 anos de governo em SP vocês acumularam recordes negativos. Por que a educação no estado mais rico do País tem números tão fracos?”.

22h34 – Dilma acusa Serra de ser “pretensioso” e ressalta que “nem todas as políticas de saúde” foram de sua criação. “São Paulo julgou o custeio do Samu nas costas do município”, acusa a candidata, que afirma que, em todo o Brasil, o governo paga 50% do Samu, o município paga 25% e o Estado 25%. “Só em São Paulo não é assim.”

22h33 – “Talvez o que a candidata Dilma não saiba, mas as propostas dela para saúde apresentadas aqui pelos seus auxiliares não falam do que fizemos. Eu pergunto por que no governo federal não fizeram nada isso”, questiona, sobre investimentos paulistas na área. Serra também fala do Mãe Paulistana, que “copiou do Beto Richa”. “Eu queria saber por que deixaram a Aids voltar pra trás. Isso é muito sério. Vocês tiveram oito anos e não fizeram nada”.

22h31 – “Eu considero que o problema do transporte no Brasil não é só estrada. Nós voltamos a investir em hidrovias e ferrovias”, responde Dilma. Sobre o tema da segurança, a petista afirma ter um compromisso em “livrar São Paulo do PCC” e fala de “abandono da segurança pública” no Estado. Na saúde, Dilma defende criação de unidades de pronto atendimento 24h (“Eu quero que tenha 500 em todos os municípios desse país”) e unidades cegonhas, além de investimento no SUS.

22h30 – “Dilma apresentou aqui uma visão de que as estradas no Brasil estão bem. Este não é o meu padrão. São problemas que estão aí muito sérios, basta perguntar às famílias. Eu queria perguntar sobre saúde, que perdeu o pique nos últimos anos. O que aconteceu?”, pergunta Serra.

22h23 – “As pessoas erram e Erenice errou”, diz Dilma. “Eu não concordo com a contratação de parentes e amigos. Eu tenho um compromisso em combater o nepotismo e todo o tráfico de influência.” A candidata lembrou a saída da ex-assessora do governo após as denúncias. “A Erenice saiu do governo e a PF abriu um inquérito”, diz. “Nós temos uma diferença com o Serra. Nós investigamos.”

22h22 –
Para Dilma: “Seu ex-braço direito deixou a Casa Civil acusada de tráfico de influência. A senhora diz que não sabia de nada. Como o eleitor pode confiar no ministério que a senhora pode montar se não sabia do que acontecia?”, questiona a jornalista.

22h21 – “Disseram que alguém tinha recebido uma contribuição pra minha campanha e não tinha entregado a contribuição”, diz Serra. “Eu sou a vítima.” O candidato afirma que ninguém em sua campanha o alertou sobre o problema e, por isso, disse desconhecer o caso na primeira vez que foi abordado sobre tema. Serra nega ter dito que não conhecia o Paulo Vieira Souza. “Eu não disse que o conhecia. Uma jornalista me fez a pergunta se eu conhecia Paulo Preto.” O tucano afirma que “é um apelido racista” usado para definir afrodescendentes e que não conhecia o ex-diretor da Dersa por esse nome. Em seguida, cita escândalos do governo Lula.

22h19 – Jornalista pergunta a Serra: “Seu partido critica o governo Lula por não saber do mensalão. Agora surge no noticiário um personagem chamado Paulo Preto. O senhor disse que não conhecia ele e depois disse que o conhecia. Hoje, foi publicado que o senhor empregou uma filha dele em seu governo. Candidato, o senhor sabia disso?”

22h11 – “O candidato Serra vive me ofendendo e é réu em um caso de calúnia e difamação”, diz Dilma. A candidata lembra que “o maior imposto que incide sobre energia é ICMS” e pede um compromisso de Serra para retirar o tributo. “Eu me comprometo a retirar o PIS/Cofins, gostaria que o candidato se comprometesse a retirar o ICMS, que incide sobre o povo paulista”. Em seguida, rebate o rival: “O senhor tem hora que fica um pouco pretensioso. A critica ao governo de São Paulo é legitima, é possível, e nada tem a ver com o povo paulista, que eu respeito.”

22h09 – “Eu queria dizer a Dilma que, em lugar de me ofender em dizer que não sei sobre infraestrutura, ela devia dizer por que não fez. Sugiro a ela que ande de noite na estrada de Feira de Santana. O PAC, o que é? Há pouco, ela falou de energia elétrica. Hoje teve apagão em Manaus”, diz Serra, que lembra o apagão do ano passado.

22h08 –
Dilma diz que Serra tem histórico de interromper obras de antecessores e cita projetos do governador eleito de SP, Geraldo Alckmin. “Nós recuperamos as estradas que recebemos sucateadas do governo FHC”. A candidata aponta ferrovias e hidrovias como alternativas mais indicadas para escoar a produção agrícola.

22h06 – Serra pergunta sobre infraestrutura para Dilma: “POr todo o canto, tem problemas de estradas. Isso compromete o nosso crescimento futuro. Por quê?.

22h05 – Serra diz que PF aponta problemas nas fronteiras e que aviões não sobrevoam a região. Sobre o combate às drogas: “Deixaram de investir dinheiro que estava no orçamento para o tratamento”. Para ele, Dilma segue modelo “dos petistas que concorreram em São Paulo”, que “‘vivem falando mal de SP”. “Aprender a falar mal de SP com os candidatos derrotados evidentemente é uma via errada.”

22h01 –
Dilma insiste na questão da Eletrobrás: “O que começou com o processo do apagão foi a desestatização da Eletrobrás. Eu pergunto ao candidato se ele vai voltar a colocar essas empresas em outro processo de privatização. É importante saber que o candidato fala sobre o governo, mas quem mora em SP sabe o que é a Cracolândia”.

21h59 – Serra retorna ao problema das drogas e cita fundo federal que, segundo ele, não foi distribuído aos estados. “A questão da droga foi deixada de lado. Eu não vou fazer isso.” Em seguida, volta a citar as telecomunicações e defende privatizações do governo FHC.

21h58 – Dilma volta a perguntar sobre privatização: “O senhor teria a posição de recolocar empresas como a Eletrobrás num processo de privatização?”.

21h56 – Dilma diz pretender “transformar o policiamento das fronteiras em um policiamento mais sistemático”. Para a candidata, “Serra tem a mania de dizer que o Governo Federal fez menos. A característica dele é fazer programas pilotos: poucos para poucos.” Dilma retorna ao tema da privatização e cita o pré-sal. “Estou preocupada com os recursos”

21h54 – “Como se vê, a Dilma praticamente não respondeu minha pergunta. O governo brasileiro não fez nada para conter a entrada das drogas”, responde Serra. “A segurança piorou em 16 estados. Ela fala das nossas clínicas, mas o PT, o prefeito de São Bernardo falou que é contra essas clínicas. Nós apoiamos as comunidades terapêuticas”.

21h53 –
Dilma cita feitos do Governo Federal e critica proposta de Serra para a área. “A política antidrogas no governo do presidente Lula é uma política em que controlamos as fronteiras, não só através da PF, mas também usando de aviões de policiamento de fronteira.”

21H50 – “Dilma, a questão da droga é fundamental no Brasil. Uma questão é que a droga entra livre no Brasil. Eu até levantei antes que boa parte vinha da Bolívia e disse que o país era meio conivente com isso. Além disso, há fraqueza no tratamento dos dependentes químicos”, diz Serra, que não consegue encerrar a pergunta a tempo.

21h48 – Serra diz que as ações da Petrobrás subiram devido à melhora em sua posição nas pesquisas eleitorais. “A desconfiança sobre a empresa era tamanha que as ações, que vinham caindo, melhoraram bastante”, afirma o candidato.

21H47 –
“O governo de SP não é dono da Gás Brasiliano, mas pode impedir a sua venda. Fale-se de um jeito, age-se de outro”, responde a petista. Se não for a Petrobrás a comprar, será uma empresa japonesa. Preferem essa empresa privada à Petrobrás e falam que gostam tanto dela”. Dilma volta a lembrar que o governo FHC queria mudar o nome da estatal para Petrobrax.

21h46 – “Na véspera da eleição, vêm o PT e a candidata e colocam no centro do debate a questão da privatização, por uma questão puramente eleitoral”, diz Serra. “Não há hoje na agenda do Brasil empresas a serem privatizadas. Tem empresas a serem estatizadas.” O candidato cita Petrobrás como exemplo de empresa “loteada” por partidos políticos.

21h43 – “Vou insistir na Gás Brasiliano”, afirma Dilma. Mesmo dando o maior preço – da Petrobrás -, por que o governo do Estado de SP não aceita vender?”

21h36 – “Esse não é um assunto que compete ao governo de São Paulo”, afirma Serra. Ele diz que as decisões são tomadas por uma agência reguladora. “A gente respeita as agências.” Em seguida, Serra acusa a campanha adversária de “mentir o tempo todo” sobre seu projeto de governo, especialmente em relação ao tema da privatização. “Há uma lei que permite concessões. O governo Lula e Dilma fez mais concessões ao setor privado do que o governo FHC.”

21h34 – “Vejam vocês: o candidato está fugindo de responder à questão da privatização”, afirma Dilma, que volta a falar da empresa Gás Brasilana. A Petrobrás não podia comprar a empresa por causa de um veto do então governador, diz a candidata. “Todos os órgãos aprovaram essa venda. Agora eu soube que o governo entrou no CADE contra a venda para a Petrobrás. Por que será que a agência reguladora não quer que a Petrobrás compre essa empresa?”

21h33 – “A candidata Dilma não respondeu à pergunta sobre os cursos profissionalizantes do Fundo de Amparo ao Trabalhador”, responde Serra, que retorna ao tema da pergunta anterior. “Tem dados oficiais mostrando que os números de vagas nas escolas federais cresceu moderadamente e cresceu muito menos do que em São Paulo.”

21h30 – Dilma pergunta a Serra: “Vou voltar á questão da privatização. Em todos os seus programas, o senhor diz que defende a Petrobrás. Eu queria perguntar sobre uma empresa de gás do estado de São Paulo. Como é que eu posso entender essa questão?”, afirma.

21h29 –
“O candidato devia se informar. O número de escolas técnicas criadas em cem anos é igual ao que nós fizemos”, disse Dilma, que promete criar escolas técnicas em todas a cidades com mais 50 mil habitantes. “Eu acredito que é fundamental para capacitar nossa mão de obra dar uma oportunidade de ensino técnico.”

21h26 –
“Pergunta não foi respondida. Perguntei da utilização dos fundos do FAT para a qualificação do trabalhador”, replica Serra. Para o tucano, “o governo atual, da Dilma, investiu sete vezes menos”. Ela não respondeu e fala da proibição de escolas técnicas. Isso não é verdade. Esses dados de ensino técnico são sempre virtuais. Os números são sempre apresentados na versão da fantasia”.

21h25 – “Eu acredito que a questão do treinamento profissional é muito importante. Nos últimos cem anos, foram criadas uma quantidade de escolas técnicas abaixo do que nós criamos”, responde Dilma.

21h24 – Serra pergunta a Dilma: “Creio que um dos maiores desafios para o Brasil é a qualificação do trabalho. Quando eu fui o autor do FAT, nós previmos que o FAT treinasse os trabalhadores. Por que neste governo esse investimento mergulhou?”.

21h23 –
“O meu governo, se eu for eleita, terá a obrigação de continuar esse processo de transformação”, diz a candidata do PT. “Sobretudo garantir que nosso País se transforme em um País de classe média”

21h22 – “Meu projeto é um projeto de transformação do Brasil desde que assumimos. Houve uma grande redução da desigualdade do nosso País”, afirma Dilma.

21h21
– “Na sua opinião, qual a principal qualidade do candidato Serra e qual o principal defeito?”, questiona o mediador a Dilma.

21h20 – “Eu acredito que qualidades e defeitos de candidatos devem ser objeto de juízo da população nesta campanha”, disse o presidenciável do PSDB. “O grande sentido da minha candidatura é dar um caráter ético à Presidência”

21h18 – “Na sua opinião, qual a principal qualidade da candidata Dilma e qual o principal defeito?”, questiona o mediador a José Serra.

21h15 – Serra recebe as últimas instruções de coordenadores da campanha. Dilma recebe orientações da produção da Rede TV!. O debate já está com cinco minutos de atraso.

21h04 – Após chegar aos estúdios da RedeTV!, Dilma Rousseff disse esperar um debate produtivo.

20h52 – José Serra acaba de chegar de helicóptero à emissora.

20h51 – Candidato a vice na chapa da petista, Michel Temer (PMDB) acaba de chegar ao estúdio.

20h49 – O presidente do PT-SP, Edinho Silva, já está na plateia, assim como a ex-prefeita Marta Suplicy.

20h44 – Cerca de 120 convidados estão no estúdio da Rede TV! à espera do início do debate.

20h40 – Dilma está de calça e sapato pretos e um casaco branco, figurino muito utilizado no 1o turno. “Nós falamos no fim”, prometeu a candidata.

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