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Presença de Lula confere clima de campanha a lançamento de livro de Aloizio Mercadante

Camila Tuchlinski

29 de junho de 2010 | 19h24

Rodrigo Alvares

A presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu um clima de campanha eleitoral tomou conta do lançamento do livro “Brasil, a Construção Retomada”, do candidato do PT ao governo de São Paulo, Aloizio Mercadante, nesta terça-feira, em São Paulo.

O evento, realizado na Livraria Cultura – no centro da capital paulista -, teve forte aparato de segurança que começou a ser montado a partir das 9h de hoje. A entrada principal foi fechada para que apenas Lula entrasse por ela, e para clientes e jornalistas entrarem pela secundária era preciso esperar até uma hora de fila e o detector de metais.

A livraria não chegou a lotar, mas era impossível acessar algumas áreas da loja, mas a fila para receber o autógrafo de Mercadante estava abarrotada. De acordo com um funcionário da loja, o vereador Agnaldo Timóteo (PP) tentou furar a fila com a alegação de teria mais de 65 anos. Entretanto, a senhora que estava à sua frente tinha 70.

Alguns clientes estavam visivelmente aborrecidos com a situação, mas outros levaram na esportiva. Ana Luisa Barbosa, estudante de 17 anos, resignou-se: “É o presidente da República, o que podemos fazer?”. Devido ao alvoroço, os seguranças começaram a impedir a entrada das pessoas a partir das 18h30.

O presidente chegou à livraria por volta das 18h40 sob aplausos e gritos da plateia. Acompanhado da candidata petista ao Senado, Marta Suplicy, cumprimentou os presentes e sentou-se à mesa com Mercadante para também autografar o livro – Lula escreveu o prefácio da obra.

Com o livro de Mercadante em mãos, Marta acenou para que eleitores tirassem fotos dela. Lula autografou algumas cópias e deixou a livraria por volta das 19h10. À saída, gritavam “Agora é Dilma” quando o  presidente começou a deixar o local.

Vox Populi

Pouco depois, questionado a respeito da última pesquisa Vox Populi, que também mostra Dilma Rousseff à frente de José Serra – 40% e 35%, respectivamente, Mercadante falou sobre a possibilidade de a petista vencer a eleição ainda no segundo turno: “Eu não vi a pesquisa, não tenho como comentar, vamos trabalhar com muita dedicação. Nossa militância está muito orgulhosa do que foi o governo Lula. Não vai ter sapato alto. Se tiver segundo turno, estamos preparados. Se não tiver, muito bom. A pesquisa não tem que orientar a militância”.

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