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Presença de embaixador italiano na posse é sinal de ‘desejo em prosseguir relações’, diz Patriota

Camila Tuchlinski

02 de janeiro de 2011 | 15h37

Fernando Nakagawa e Lisandra Paraguassu

O novo ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota, falou rapidamente há pouco sobre o caso Cesare Battisti. Durante a comunicação feita aos jornalistas sobre a série de encontros da presidente Dilma Rousseff com autoridades internacionais na manhã deste domingo no Palácio do Planalto, jornalistas o questionaram sobre a reação do governo italiano após a decisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de não extraditar Battisti.

O ministro lembrou que o embaixador da Itália no Brasil participou da cerimônia realizada no sábado para a posse de Dilma. Para o ministro brasileiro, a presença do representante italiano pode ser entendida como um sinal “do desejo dos dois países de prosseguirem o seu relacionamento e darem ênfase às convergências e uma agenda construtiva”.

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