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Posse na Assembleia 1: Barros Munhoz se diz alvo de denúncia política

TANIA MARIA BARBOSA MARTIN

15 de março de 2011 | 15h34

Daiene Cardoso e Gustavo Uribe

O deputado estadual Barros Munhoz (PSDB), que deve ser reeleito presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo nesta terça, rebateu as denúncias envolvendo um suposto desvio de R$ 3,1 milhões da Prefeitura de Itapira (SP), cidade que governou por três vezes.

“Esta é uma denúncia política feita em véspera de eleição. Estou sendo julgado antes de o processo ter início e muito antes de ele chegar a uma decisão”, disse o deputado, minutos antes da posse da nova legislatura. Munhoz disse que tem “35 anos de vida pública”, seis mandatos legislativos consecutivos e conta com o apoio dos eleitores de Itapira e de seus colegas na Assembleia.

Sobre a eleição da nova Mesa Diretora, Munhoz disse que o acordo feito com o PT para a gestão da Casa simboliza a maturidade política dos partidos que elegeram o maior número de deputados. “Isso (compor com a oposição) acontece em todos os parlamentos do mundo. É um gesto de maturidade política de todos os partidos que compõem essa chapa”, afirmou.

Além da chapa liderada por Barros Munhoz, disputam o comando da Casa a chapa do deputado Carlos Giannazi (PSOL) e a do Major Olímpio (PDT).

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