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Por Lupi, PDT libera bancada na votação do mínimo

Jennifer Gonzales

16 de fevereiro de 2011 | 13h43

Eduardo Bresciani

O secretário-geral e presidente interino do PDT, Manuel Dias, anunciou nesta quarta-feira, 16, que o partido vai liberar a bancada na votação do salário mínimo. Dias participa da reunião da bancada que discute o tema. A liberação visa preservar o presidente licenciado e ministro do Trabalho, Carlos Lupi, uma vez que aliados ameaçam pedir sua demissão caso o PDT fique contra o governo nesta votação. A sessão para a votação do mínimo na Câmara dos Deputados acontecerá nesta quarta.

 O PDT foi o primeiro partido a encampar o valor de R$ 560,00 em contraponto ao valor de R$ 545,00, oferecido pelo governo. O ministro do Trabalho, porém, foi enquadrado pelo governo federal e trabalha junto à bancada para conseguir apoios para a proposta de R$ 545,00.

 Com isso, a intenção do presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT), de que o partido fechasse questão no valor de R$ 560,00 não se concretizou. Com a liberação, a tendência é que a bancada se divida quase ao meio na votação.

 Manuel Dias afirmou que a liberação da bancada não vai ser vista pelo governo como traição porque o partido avisou que não daria apoio automático ao governo. “Quando fomos ao governo Lula nós já dissemos a ele que não votaríamos contra posições ideológicas do partido. Isto vale para esta questão do mínimo”.

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