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Política externa de Dilma será mais focada, diz especialista

Gabriel Vituri

31 de outubro de 2010 | 22h36

Silvio Guedes Crespo

A presidente eleita Dilma Rousseff (PT) deve dar continuidade à política externa atual “em linhas gerais”, mas de modo “mais direcionado”, segundo Antonio Jorge Ramalho da Rocha, professor de Relações Internacionais da UnB.

Segundo, ele, o Brasil “não tem agentes preparados para auxiliar o Estado brasileiro a manter um perfil tão elevado”. Consequentemente, o governo terá que escolher prioridades, que provavelmente serão: América do Sul, África (com ênfase nos países de língua portuguesa e na costa ocidental) e, na Ásia e em regiões mais distantes, o País terá que eleger nichos de atuação.

Ele também afirmou que Dilma, além de ter menos carisma que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tem também menos habilidade política em negociações. Mas Rocha acrescentou que a comunidade internacional não espera uma figura parecida com Lula. Rocha definiu Dilma também como mais “calculista” que Lula.

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