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Plano de governo do PMDB descarta imposto para a Saúde e amplia Bolsa Família

Camila Tuchlinski

09 de junho de 2010 | 12h43

Por Rodrigo Alvares

A pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, está neste momento com representantes do PMDB para receber o documento com a proposta de governo sugerida pela sigla para a aliança com os petistas, intitulado

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Pelo lado peemedebista, participam da reunião o presidente da Câmara, Michel Temer (SP), José Sarney (AP), Romero Jucá (RR), Valdir Raupp (RO) e Moreira Franco (RJ).

O presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra (SE), Aloizio Mercadante (SP) e o deputado Cândido Vaccarezza (SP) acompanham a presidenciável. O ex-ministro Mangabeira Unger, que colaborou com a produção do texto, não foi convidado.

Temer, possível vice-presidente na chapa de Dilma, descartou a criação de um imposto destinado à Saúde como parte do programa de governo do partido. Segundo ele, a criação da Contribuição Social para a Saúde (CSS) por enquanto está descartada. “Não somos a favor de nenhuma nova carga tributária no momento. Mas, vamos analisar de acordo com as necessidades”, disse.

Entre as sugestões de governo estão a criação de uma poupança destinada aos filhos dos beneficiados com o Bolsa Família. “Seria um valor a mais. Dando sequência ao programa de governo do presidente Lula”, disse Temer.

A proposta do PMDB na qual o partido aconselhava Dilma a instituir “progressivamente” a cobrança de mensalidade nas universidades públicas federais, caso seja eleita presidente, foi retirado do projeto. O partido sugere a extensão do Programa Universidade para Todos (ProUni) ao ensino fundamental e médio. “Como deu muito certo o programa, queremos estender para o nível médio”, disse.

O plano também traz propostas para “preparar o País para aumentar a poupança pública, a partir da definição de uma agenda de ajustes no sistema previdenciário e assistencial, de modo a garantir sua sustentabilidade de longo prazo”. Outro ponto trata de “estabelecer um limite para o crescimento do gasto público corrente de, no máximo, dois pontos porcentuais abaixo do crescimento do PIB”.

Atualizado às 14h23, com informações da Agência Brasil

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