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Para tucano, ‘Dilma disse série de absurdos’; petistas falam que ‘tema do aborto já se esgotou’

Camila Tuchlinski

18 de outubro de 2010 | 00h01

Rodrigo Alvares

As críticas da presidenciável petista Dilma Rousseff às políticas do governo tucano em São Paulo nos últimos 16 anos e a ausência da polêmica do aborto no debate deste domingo na Rede TV! deram o tom entre aliados e coordenadores das duas campanhas após o encontro de ontem.

“A Dilma disse uma série de absurdos”, chegou a afirmar o deputado Jutahy Júnior (PSDB-BA) ainda no estúdio da emissora. “A estratégia dela está errada. Nós queríamos exatamente isso (falar de São Paulo) e ela fez de forma espontânea. Ela se colocou dentro de um alçapão e irritou o resto do País, fez frases absolutamente desconexas”, disse o tucano.

Governador eleito de São Paulo, Geraldo Alckmin contemporizou: “O debate foi muito bom, permitiu que os candidatos fizessem perguntas para permitir ao eleitor que comparasse as propostas”.

Do lado petista, o deputado Cândido Vaccarezza (SP) disse que o tema do aborto “já se esgotou”. “As últimas notícias reduziram o ímpeto da oposição”, garantiu. Um dos principais coordenadores da campanha de Dilma, José Eduardo Martins Cardozo (SP) seguiu a mesma linha: “Foi avaliado que ele (Serra) não tocaria no assunto”.

Ainda para Vaccarezza, Serra se atrapalhou quando mencionou que Dilma tem o apoio dos ex-presidentes Fernando Collor (PTB-AL) e de José Sarney (PMDB-AP) e destacou Itamar Franco (PPS-MG) e de Fernando Henrique Cardoso (PSDB-SP) na campanha tucana. “Ele conseguiu matar o Lula. Como vai falar dessas coisas e esquecer dele? O Serra se esforçou tanto para não aparecer como o anti-Lula no primeiro turno e agora está fazendo isso”, disse o petista

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