Para Heloísa Helena, será inevitável a criação de um partido para abrigar Marina
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Para Heloísa Helena, será inevitável a criação de um partido para abrigar Marina

Lilian Venturini

14 de setembro de 2011 | 07h17

Roldão Arruda, de O Estado de S.Paulo

A ex-senadora Heloísa Helena (PSOL-AL) está apoiando o movimento suprapartidário liderado pela também ex-senadora Marina Silva (sem partido) em defesa de uma nova forma de política. Ela pretende participar dos debates e estimular as ações em busca de uma alternativa ao atual modelo político. Desde já, porém, a ex-senadora considera inevitável que o movimento desemboque na montagem de um novo partido.

“No Brasil não há espaço para a participação política de quem não é filiado a partido”, diz ela. “Se os integrantes do movimento querem participar e influir nas instâncias políticas, terão que fundar um partido.”

Além de se adiantar aos outros participantes do movimento, que ainda consideram prematura falar em partido, Heloísa também já começa a dizer que os grupos  mais comprometidos com a ética na política devem se unir em torno de Marina na próxima eleição presidencial. “Vamos nos unir em 2014. Marina pode não querer falar nisso agora, mas ela é a alternativa construída nos últimos anos.”

A primeira participação pública de Heloísa ao movimento liderado por Marina deveria ter ocorrido na noite desta terça-feira, 13, em Brasília, durante a primeira reunião de âmbito nacional do movimento. Ela não pôde participar, no entanto, devido a um problema de saúde. Quem a representou foi Martiniano Cavalcante, integrante da direção nacional do PSOL.

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