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Para candidatos ao Senado de São Paulo, debate teve um bom nível

Camila Tuchlinski

15 de setembro de 2010 | 01h00

Rodrigo Alvares

Após o debate Estadão/Gazeta nesta terça-feira , os candidatos a duas vagas no Senado Federal por São Paulo comentaram ainda no palco sobre o encontro.

A ex-prefeita Marta Suplicy (PT) disse que não achou o embate polarizado por críticas. Para ela, o debate foi “morno”. Questionada se não teria sido beneficiada com a ausência de Netinho de Paula (PC do B) – a petista utilizou o tempo que serviria para questionar o cantor para falar de seus projetos e destacar realizações do governo Lula -, ela afirmou não ter culpa do formato escolhido.

O candidato tucano, Aloysio Nunes Ferreira, foi no mesmo tom: “Acho que tive oportunidade de expor minhas ideias. Eu falei aquilo que eu tinha para falar. Não preciso defender o metrô. O metrô de São Paulo é maravilhoso”.

Ciro seguiu discurso diferente. Indagou os repórteres da ausência de Netinho. “Por ele não veio? Medo de agressão? Se o Aloysio falasse que ele bate em mulher, vocês que são jovens deviam saber que o Aloysio já foi terrorista. Ele assaltou bancos e sequestrou gente. Não entendo por que ninguém diz que tivemos um vice-governador e ministro da Justiça guerrilheiro.

O candidato do PTC não poupou nem o prefeito Gilberto Kassab (DEM), passou rapidamente pelo estúdio: “O Kassab veio, deu tchau pro Aloysio, fez fumaça e sumiu”, comentou a assessores longe dos jornalistas.

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