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Palocci saiu por quadro político e não por denúncias, diz líder do governo

Lilian Venturini

07 de junho de 2011 | 19h12

Eduardo Bresciani, do estadão.com.br

O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), afirmou que a saída de Antonio Palocci na Casa Civil não se deveu diretamente às denúncias de sua exponencial evolução patrimonial. Para o petista, foi o “quadro político” que levou o ministro a pedir demissão.

“Com certeza não foram as denúncias, mas sim o quadro político que o levou a achar inviável sua permanência no governo”, disse Vaccarezza.

Ele ressaltou que o arquivamento das representações pela Procuradoria-Geral da República mostrou que não há problema na situação pessoal do ministro.

O líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), afirmou que o partido foi solidário a Palocci e confia na decisão da presidente Dilma Rousseff de colocar a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) no cargo. “Cabe a nós respeitar e confiar a decisão da presidente. O PMDB foi solidário ao ministro Palocci até o último momento. Cumprimos nosso dever e agora é apoiar a Gleisi”.

Segundo o peemedebista, o ministro Luiz Sérgio (Relações Institucionais). Para Alves, porém, é preciso que se dê mais poder a ele na articulação política. “Para articular ele tem que ter poder, tem que ter autonomia. Espero que isso aconteça”.

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