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Palanque – Um giro pelas campanhas eleitorais

Camila Tuchlinski

30 de junho de 2010 | 21h05

Luciana Nunes Leal

Para DEM, importante era ‘frear’ Jefferson

Embora os tucanos ainda resistissem, a ideia de substituir Álvaro Dias como vice de José Serra começou a se delinear na reunião com os democratas, na tarde de terça-feira. O problema era o presidente do PTB, Roberto Jefferson, que anunciou o nome do tucano no Twitter e passou a atacar o DEM pela rejeição à chapa puro-sangue. Líderes do DEM reclamaram que Jefferson estava “crescendo” demais na campanha. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foi quem mais levou a sério a queixa dos aliados. Achou que o DEM aprovaria o apoio a Serra, mas que a fissura na campanha continuaria. A decisão de Osmar Dias (PDT), irmão de Álvaro, de se lançar candidato ao governo do Paraná em aliança com o PT, foi a deixa que faltava para encerrar a questão e trocar o vice.

RIO

Maia e Bornhausen aprovaram Índio

Um deputado do DEM “que não cheira a PFL” foi a definição de um tucano depois de escolhido Indio da Costa (RJ) candidato a vice. Só a campanha dirá se o fato de ser jovem e relator do projeto da Ficha Limpa ajuda a melhorar a imagem do partido depois do escândalo do “mensalão do DEM”. A campanha presidencial tende a reaproximar Indio da Costa do ex-prefeito Cesar Maia e de seu filho, Rodrigo, presidente do DEM, depois de dois anos de afastamento. Nesse período, Indio aprofundou relações com outra ala do partido, a do ex-presidente Jorge Bornhausen.

QUANTO CUSTA 1

Petistas do Rio fixam teto de R$ 5 milhões

O PT do Rio fixou em R$ 5 milhões o limite máximo de gastos de cada candidato a deputado federal. Para os que disputam vaga de deputado estadual, o teto será R$ 2,5 milhões. Petistas dizem que os custos serão bem menores, mas é preciso deixar margem para os candidatos que conseguem doações “generosa” e com isso sofisticam a propaganda. A campanha ao Senado do ex-prefeito Lindberg Farias não poderá ultrapassar os R$ 15 milhões. Os cálculos mais realistas são de que um deputado federal candidato à reeleição no Estado gaste cerca de R$ 1 milhão.

QUANTO CUSTA 2

Últimas contas para campanha de Cabral

Os coordenadores da campanha pela reeleição do governador Sérgio Cabral (PMDB) estimavam hoje um custo máximo de R$ 25 milhões. Para cada candidato a deputado federal o teto deverá ficar em R$ 6 milhões. No caso de deputado estadual, R$ 3 milhões.

BRASIL 2


Um aliado pronto para o ‘fogo amigo’

Pró-Serra, o presidente do PTB, Roberto Jefferson, não mira só o DEM. Começou o dia de hoje com ataques ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

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