Palanque – Um giro pelas campanhas eleitorais
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Palanque – Um giro pelas campanhas eleitorais

Jennifer Gonzales

21 de junho de 2010 | 21h42

Por Luciana Nunes Leal

RIO 1

Manobra do PSDB foi ‘freio de arrumação’

A tentativa do PSDB nacional de lançar candidato ao Senado no Estado, abalando a aliança de Fernando Gabeira (PV), tinha o objetivo, segundo um aliado de José Serra, de dar um “freio de arrumação” na campanha oposicionista. Segundo este tucano, não havia garantias da presença do nome de Serra na propaganda de rádio e TV nem um compromisso claro de envolvimento na disputa presidencial. Depois da turbulência, PPS e DEM se comprometeram em exibir o número 45 do PSDB nas peças publicitárias e Gabeira prometeu dividir as atividades entre Marina Silva e Serra.

BRASIL

Um nome a menos na longa lista tucana

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A presidente do Flamengo e vereadora do PSDB Patrícia Amorim deu uma gargalhada quando viu seu nome citado como possível vice de José Serra, depois que assistiu à estreia do Brasil na Copa ao lado do tucano. “Eu mal tenho tempo para cuidar a minha vida, não me inventem mais uma tarefa”, disse.

RIO 2

Cabral age para acalmar aliados

Um grupo de petistas reuniu-se ontem com Sérgio Cabral (PMDB) para tentar debelar a crise instalada na aliança. O PT reage ao movimento para esvaziar a candidatura de Lindberg Farias ao Senado e só fará convenção depois que o PMDB formalizar a chapa Cabral-Lindberg. “O PT quer um tratamento de respeito”, diz o presidente do partido no Rio, Luiz Sérgio. Outro aliado, o PSB ameaça apoiar o senador Marcelo Crivella (PRB), em vez de Lindberg. “Até agora Lindberg não nos procurou para dizer o que pensa. Não dá para fazer campanha nesse oba-oba”, diz o presidente do PSB do Rio, deputado Alexandre Cardoso.

BAHIA

Família ACM vive dilema

A pressão feita pelo DEM para que o senador ACM Junior dispute a reeleição é uma tentativa de enfrentar o ex-aliado Cesar Borges (PR), candidato ao Senado pela chapa do PMDB. A ideia é dividir os antigos eleitores de ACM pai. O filho tinha decidido deixar a política, mas balançou. “Isso tudo está me tirando o sono”, admite o deputado ACM Neto.

SOBE E DESCE

seta_cima (2)Redes sociais – Contato direto com o eleitor

Usado por grande número de políticos, o Twitter permite aos candidatos não apenas mandar seu recado, mas sentir a reação dos internautas.

seta_baixoRetuitar – Risco de ruídos

Por falta de habilidade com o Twitter, os candidatos correm o risco de passar adiante mensagens com o sentido contrário ao pretendido, como aconteceu com Marina Silva na morte de José Saramago.

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