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Palanque – Um giro pelas campanhas eleitorais

Jennifer Gonzales

30 de agosto de 2010 | 23h46

Luciana Nunes Leal

BRASIL1

PT tenta aumentar bancadas com ‘setembro vermelho’

A reta final da campanha petista será marcada por caminhadas como a que aconteceu domingo na praia de Copacabana, liderada pelo ex-prefeito Lindberg Farias, que concorre ao Senado. A ideia é disseminar a “onda vermelha” em favor de Dilma, mesmo sem a presença da ex-ministra, e dar mais visibilidade aos candidatos do partido. Apesar do interesse em divulgar a ampla aliança em torno de Dilma, o PT tem planos de reforçar ao máximo a bancada na Câmara e no Senado. Nesta segunda-feira, 30, os petistas fizeram caminhada semelhante na Baixada Fluminense, região por onde também passou o presidente Lula, só que em agenda oficial. Já os tucanos aguardam os efeitos do apelo divulgado pelo candidato a vice Índio da Costa. E se esforçam para desfazer a impressão de uma campanha sem rumo.

RIO

Baixo quorum nas inaugurações

O público esvaziado na favela Santa Marta, mesmo com a visita do presidente Lula, não foi um fato isolado. Já se repetiu em outros Estados. Com a proibição da presença de candidatos em inaugurações e para fugir de ações judiciais por uso da máquina pública, os partidos não se mobilizam para levar militantes em todas as atividades presidenciais, como faziam na pré-campanha. Concentram esforços em comícios e caminhadas. O quorum foi maior em Nova Iguaçu, mas nem assim inspirou Lula, que optou por discursos protocolares, apesar dos elogios ao ausente Sérgio Cabral (PMDB).

SÃO PAULO

Os amigos de FHC

Caso raro de tucano que levou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para a campanha na TV, o candidato ao Senado Aloysio Nunes tem em sua coleção depoimentos de Aécio Neves, de José Serra, de Geraldo Alckmin e do prefeito Gilberto Kassab, do DEM. No Rio, Marcelo Cerqueira, que disputa o Senado pelo PPS, exibe gravação ao lado de Fernando Henrique, de quem é amigo, desde o início do horário eleitoral. Na salada das alianças, Cerqueira se apresenta também como “0 senador do Serra, da Marina e do Gabeira”. O PPS fluminense está coligado com o PSDB, o DEM e o PV.

SÃO PAULO

Os amigos de FHC

Caso raro de tucano que levou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para a campanha na TV, o candidato ao Senado Aloysio Nunes tem em sua coleção depoimentos de Aécio Neves, de José Serra, de Geraldo Alckmin e do prefeito Gilberto Kassab, do DEM. No Rio, Marcelo Cerqueira, que disputa o Senado pelo PPS, exibe gravação ao lado de Fernando Henrique, de quem é amigo, desde o início do horário eleitoral. Na salada das alianças, Cerqueira se apresenta também como “0 senador do Serra, da Marina e do Gabeira”. O PPS fluminense está coligado com o PSDB, o DEM e o PV.

MATO GROSSO DO SUL

Entre o palácio e a candidatura

O currículo do governador André Puccinelli (PMDB), que tenta a reeleição, foi retirado do site oficial do governo, por decisão da Justiça Eleitoral. Para o TRE, “a publicação estava imbuída de caráter promocional.”

MODERADO
“Não quero que o Serra diga o que meu fígado gostaria de dizer do governo Lula. Tem que ter calma. Não adianta sair falando o que dá na veneta.”
ROBERTO FREIRE
PRESIDENTE DO PPS

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