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Palanque – Um giro pelas campanhas eleitorais

Jennifer Gonzales

18 de junho de 2010 | 21h07

Por Luciana Nunes Leal

BRASIL

Banco americano procura PT para saber mais sobre Dilma

Enquanto Dilma Rousseff fazia um giro pela Europa, representantes do banco americano de investimento Merrill Lynch, do grupo Bank of America, buscavam no Brasil informações sobre a candidata. Reuniram-se na quinta-feira com o líder do governo na Câmara, o petista Cândido Vaccarezza (foto). Queriam conhecer os planos de Dilma na área de investimentos. Perguntaram sobre ferrovias, energia, Petrobrás e setor naval. “Há um desejo de conhecer melhor a Dilma, diante da probabilidade de ela vencer a eleição. Não falei sobre o pensamento da Dilma, mas sobre o projeto de infraestrutura do atual governo”, conta o líder. “Disse também que o Brasil estaria em boas mãos com qualquer resultado eleitoral. Acho que vamos ganhar, mas não vou fazer terrorismo para o caso de derrota.”

BRASIL2

PPS ameaça intervir contra dissidentes

A intervenção do PMDB nacional em Santa Catarina contra a aliança com o DEM provocou reação do PPS. O presidente do partido, Roberto Freire, determinou que os diretórios da Bahia e do Tocantins desfaçam a aliança com os candidatos do PMDB que estão com Dilma Rousseff – o ex-ministro Geddel Vieira Lima e o governador Carlos Henrique Gaguim. “Mandei avisar. Se não saírem, faremos intervenção. Essa política do PMDB é desrespeitosa”, diz Freire.

RIO

Revolta na véspera da festa de Gabeira

A manobra do PSDB para ter candidato próprio ao Senado, dias antes da convenção que vai lançar Fernando Gabeira ao governo, deixou indignados não apenas o PV, o DEM e o PPS, mas também a ala dos tucanos fluminenses que preferia manter a chapa como está. Marcada por uma série de contratempos na pré-campanha, a candidatura de Gabeira não consegue resistir à máxima do deputado verde. “É preciso buscar o que nos une e não o que nos separa”, afirma.

QUANTO CUSTA

R$ 2 milhões para eleger um deputado

Os custos da campanha afligem os candidatos a deputado federal em São Paulo. A necessidade de disputar o voto num universo de 30 milhões de eleitores empurra os orçamentos para cima. Dirigentes partidários estimam que cada candidato terá de gastar no mínimo R$ 2 milhões. Nas negociações com gráficas, por exemplo, a tiragem dos folhetos começa com 500 mil exemplares. Os gastos também são altos com aluguel de comitê e contratação de funcionários. Os candidatos se dizem aliviados porque pelo menos os gastos com o programa no rádio e na TV cabem aos partidos.

SEM COMPROMISSO

“Falar sentado é o melhor caminho para perder a eleição. Mas, como não sou candidato a nada, vou continuar sentado como estou.”
JOSÉ ALENCAR
VICE-PRESIDENTE

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