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Palanque – Um giro pelas campanhas eleitorais

Jennifer Gonzales

07 Julho 2010 | 22h01

Por Luciana Nunes Leal

BRASIL1

PMDB evita criar crise por plano de governo

Petistas procuraram o candidato a vice Michel Temer e outros líderes do PMDB para evitar maiores ruídos com o partido por causa da versão radical registrada inicialmente como plano de governo de Dilma. Os peemedebistas concordaram que não havia motivo para fazer um cavalo de batalha. Bastavam, segundo eles, o noticiário negativo e a exploração do fato por parte dos adversários. O PT prometeu agilidade para finalizar o programa de governo de Dilma até meados de agosto.

BRASIL2

Tucanos provocam e petistas reagem

O deputado tucano Jutahy Junior lembra que o presidente Lula alegou não ter lido o Programa de Direitos Humanos que assinou e tinha propostas de controle dos meios de comunicação. “Agora, foi a Dilma que não leu o plano de governo”, ironiza. “O PSDB registrou pedaços de discursos do Serra”, reage o secretário de Comunicação do PT, André Vargas. Entre os petistas, houve quem responsabilizasse Vargas. “Só falta essa. Não tem culpado. Houve uma falha, não houve má-fé”, diz o secretário.

RIO GRANDE DO SUL

Ações federais rendem prefeitos pró-Dilma

Candidato a governador pelo PT, o ex-ministro da Justiça Tarso Genro se aproximou de prefeitos que fizeram parcerias com a União para programas de combate à violência, sem a interferência do governo do Estado, do PSDB. “No passado, o presidente Lula nos orientou a mudar a relação com os prefeitos. Agora, há um efeito sobre a candidatura da Dilma”, diz Tarso. O petista enfrenta o PMDB do ex-prefeito José Fogaça, que está neutro na disputa presidencial.

BAHIA

PPS começa a criar comitês ‘híbridos’

Registradas as candidaturas, surgem os efeitos das coligações locais que destoam das nacionais. O PPS baiano montou comitês para Geddel Vieira Lima (PMDB) governador e José Serra (PSDB) presidente. Geddel, porém, é aliado da petista Dilma Rousseff. O PPS foi autorizado pela direção nacional a fechar a coligação desde que fizesse campanha para Serra. No Distrito Federal e em Mato Grosso, o PPS também apoia aliados de Dilma, mas não fará comitês híbridos.

ESPÍRITO SANTO

Serra vai à região metropolitana

Depois de adiar duas viagens na pré-campanha, o PSDB prepara visita de Serra a três municípios capixabas, amanhã. Pedirá votos ao lado do tucano Vellozo Lucas, candidato ao governo.

RIO

A maratona de Índio

Licenciado da Câmara, Índio da Costa, vice de Serra, tem a missão de aumentar os votos da oposição no Estado. “Durante o dia ele trabalha no Rio e de madrugada em São Paulo”, brincam os democratas, lembrando os horários ingratos do tucano.

OPOSTOS

“Acho que é fácil montar nosso programa de governo. É só pegar o plano que o PT registrou no TSE e fazer tudo ao contrário.”

PAULO BORNHAUSEN
LÍDER DO DEM NA CÂMARA