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‘Não vai sobrar homenagem’, brincou Alencar em 2008

Jennifer Gonzales

29 de março de 2011 | 17h55

O ex-vice-presidente José Alencar, morto nesta terça-feira, 29, era conhecido pelo senso de humor com que costumava tratar suas idas e vindas a hospitais. Em outubro de 2008, então presidente em exercício, Alencar brincou com as várias homenagens que já vinha recebendo e temia faltar assunto quando morresse.

“A única coisa com que eu ando meio preocupado é a seguinte: eu estou pelejando com esta doença, que é o câncer, e estou recebendo muitas homenagens. Estou achando que não vai sobrar homenagem para me prestarem depois de morto. Tem que deixar homenagem, porque assim não vai sobrar… Normalmente, espera morrer primeiro.” O trecho pode ser ouvido aqui, no minuto 41’44, ou lido na íntegra aqui. O discurso foi realizado durante cerimônia de inauguração do Museu Virtual Têxtil e de Confecção, no Rio de Janeiro.

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