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Órgão de inteligência espionou Dilma mesmo após a ditadura

Redação

21 de junho de 2012 | 11h23

estadão.com.br

Documentos do Acervo da Ditadura, do Arquivo Nacional, mostram que a presidente Dilma Rousseff foi monitorada desde o início do período do regime militar no Brasil (1964-1985) até o fim do governo de José Sarney (1985-1990). Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, existem no arquivo 181 documentos que fazem referência à presidente.

O monitoramento de Dilma teve início quando ela era estudante universitária, em 1968. Durante o governo Sarney, o SNI (Serviço Nacional de Informações) produziu 17 documentos sobre a presidente. Neles, o serviço a apontava como parte de uma infiltração de comunistas em órgãos da prefeitura e do governo do Rio Grande do Sul e destacava sua atuação no grupo armado de esquerda VAR-Palmares e Colina.

A reportagem cita que Sarney, através de sua assessoria, disse que enquanto estava na Presidência, não teria dado autorização para que o SNI fizesse “levantamentos sobre a vida privada” de “nenhum brasileiro”. Além disso, afirmou não ter conhecimento sobre objetivos e resultados do SNI.

 

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