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‘Não sou o Rojas para ficar fazendo firula com isso’ afirma Dilma sobre confusão no PR

Camila Tuchlinski

21 de outubro de 2010 | 17h59

Lucas Azevedo, especial para o Estadão, de Porto Alegre (RS)

Ainda no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, a candidata petista Dilma Rousseff comentou o episódio em Curitiba pela manhã, quando, por pouco, não foi acertada por uma bexiga com água. “Não sou o Rojas para ficar fazendo firula com isso porque, ao contrário dele, me esquivei”.

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Dilma referia-se ao goleiro Rojas do Chile, que Lula comparou ao também candidato à Presidência da República José Serra (PSDB). O ex-goleiro Roberto Rojas fingiu ter sido atingido por um foguete no Maracanã, suspendendo a partida entre Brasil e Chile pelas eliminatórias em 1989.

A candidata defendeu que a campanha eleitoral não pode se pautar por “agressão nem tendências de criar factoides. Ela alfinetou José Serra sobre o episódio de ontem no Rio de Janeiro no qual o tucano foi acertado por um objeto não identificado. “Não fui eu quem foi lá e disse o que tinha acontecido”, afirmou Dilma, referindo-se ao seu contratempo em Curitiba, ocorrido na presença de jornalista.

Questionada sobre o acirramento da disputa eleitoral, pontuada pelas trocas de acusações e até tentativas de agressão, Dilma jogou a culpa na direita. “Há um método muito tradicional na política conservadora de direita, que é criar fatos e acusar o lado de lá de violência. É típico de campanha direitista”.

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