Mulher Pêra faz ‘corpo a corpo’ na madrugada da rua Augusta
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Mulher Pêra faz ‘corpo a corpo’ na madrugada da rua Augusta

Jennifer Gonzales

13 de setembro de 2010 | 19h32

Jair Stangler

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A rua Augusta é um dos pontos mais tradicionais da boemia paulistana. Pelo ‘baixo Augusta’ circulam, todos os finais de semana, jovens, coroas, cinéfilos, punks, gays, lésbicas, prostitutas, playboys, patricinhas, nerds, indies, descolados. Tem de tudo. E tem até político de primeira viagem pedindo voto.

De espartilho, decote generoso e saia curta, a candidata a deputado federal Suéllem Rocha, mais conhecida como Mulher Pêra (PTN), quase se confunde com a paisagem. Uma nova olhada e sim, é ela. A Mulher Pêra em pessoa distribuindo santinhos às duas horas da madrugada, de sábado para domingo, fazendo ‘corpo a corpo’ em plena rua Augusta. Algumas pessoas a reconhecem, falam com ela, pedem para tirar fotos. Atende a todos, inclusive ao repórter.

Já nesta segunda-feira, 13, ela explicou ao telefone que escolheu a rua Augusta por ser um lugar com muitos jovens. “Eu estou focada nos jovens. Tenho vários projetos para os jovens. Tem bastante barzinho, bastante balada, resolvi ir para lá panfletar num sábado”. Disse não ter nenhum problema com o fato de o local ser ponto de prostituição.

Para seu assessor e marido, Edy Lopes, a Mulher Pêra foi muito corajosa de ir ao local. “Não é comum políticos fazerem isso. Ele revela que foi contra, mas que a decisão de ir até lá foi da candidata. Afirma que ela conhece muita gente ali e que Suéllem já foi DJ em casas da região. Mas esclarece que ela não fez shows lá. Lopes comemorou a repercussão da panfletagem na Augusta: ‘tem muita gente falando no Twitter, tirou muita foto, distribuiu muito santinho”.

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