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Ministro diz que pediu à PF abertura de inquérito para apurar suspeitas de irregularidades

Redação

15 de outubro de 2011 | 13h39

Amanda Romanelli, de Guadalajara

O ministro Orlando Silva afirmou que já pediu ao ministro José Eduardo Cardozo a abertura de um inquérito na Polícia Federal e garantiu que irá processar por calúnia os denunciantes entrevistados pela revista Veja.

“Felizmente no Brasil existe lei e o ônus da prova é de quem acusa. E não há nenhuma prova. E não há hipótese de haver prova, porque não há realidade nisso (na denúncia). Desafio os personagens dessa trama farsesca a apresentar alguma prova.”

O ministro também relatou conversa com a presidente Dilma Rousseff. “Falei com a presidenta Dilma hoje (sábado). Fui procurá-la para informar que tive notícia da reportagem que estava sendo feito e mostrei a ela nossos controles, para transmitir segurança. Foi uma conversa muito direta. Estou em missão fora do meu país e ela pediu para que eu continuasse com a minha agenda.”

O ministro disse, pelo Twitter, que repudia a reportagem da revista. “Repudio a farsa publicada hoje em Veja. As calunias são reações as medidas que determinei para combater irregularidades identificadas”, postou na rede.

Oposição. O PSDB já anunciou que irá protocolar na Procuradoria-Geral da República (PGR) a abertura de novas investigações contra o ministro e contra o ex-titular da pasta e hoje governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz. Segundo o líder do PSDB na Câmara, Duarte Nogueira (SP), a ação terá por base reportagem da revista Veja deste final de semana e pedirá o afastamento de Silva até o término das investigações.

Em fevereiro, o PSDB já havia ingressado com representação na Procuradoria Geral da República solicitando análise sobre convênios do programa Segundo Tempo. Além de investigação à PGR, o PSDB na Câmara também pedirá apuração da CGU e Polícia Federal.

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