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Ministro da Justiça disse que não vai se intrometer no caso Erenice

Camila Tuchlinski

14 de outubro de 2010 | 12h31

Célia Froufe

O ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, afirmou há pouco que não se intrometerá no andamento das investigações sobre Erenice Guerra, que deixou o governo em 16 de setembro em meio a acusações de que seu filho, Israel Guerra, teria intermediado contratos de uma empresa de transporte aéreo com os Correios mediante pagamento de propina. Até o momento, a ex-ministra da Casa Civil não foi chamada para depor.

“A Polícia Federal tem o rito de ouvir as testemunhas, que está acelerado. Vai haver o momento adequado de chamá-la, o delegado saberá o melhor momento”, disse o ministro. No início deste mês, os filhos de Erenice, Saulo e Israel, permaneceram em silêncio durante seus depoimentos.

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