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Após racha, Lupi minimiza divisão no PDT

Lilian Venturini

24 de fevereiro de 2011 | 16h35

Célia Froufe

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, minimizou hoje a divisão dos votos dos parlamentares do PDT, partido que preside, na votação do aumento do salário mínimo para R$ 545. “O PDT tem o D de Democracia: 16 votaram pelo governo e nove preferiram votar por R$ 560, mas não se pode dizer que alguém saiu vitorioso, pois temos de ter a grandeza de entender que deputados também têm seus direitos”, disse hoje.

Lupi salientou que apesar da correção do mínimo este ano ser menor, pois o cálculo de reajuste conta com a inflação do ano anterior e o PIB de dois anos atrás, os trabalhadores poderão contar com reajustes maiores nos próximos anos. Isso porque a expectativa é a de que o crescimento da atividade econômica em 2010 tenha sido elevada – não só por causa da recuperação após a crise financeira internacional, mas até por conta da base fraca de comparação.

“Temos a garantia de que o trabalhador terá aumento real de salário nos próximos três anos”, disse o ministro. “Assim, o empregador e o trabalhador já podem fazer o cálculo desde já, não tem desculpa”, ressaltou.

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