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Mínimo no Senado: Após debates, líderes vão orientar bancadas sobre voto

Lilian Venturini

23 de fevereiro de 2011 | 19h18

Andrea Jubé Vianna

O discurso da senadora Marinor Brito (PSOL-PA), que defende salário mínimo de R$ 700, encerra a fase dos debates sobre o projeto de lei que fixa o valor do subsídio a partir de março. A partir de agora, os líderes partidários e os autores dos destaques orientarão as respectivas bancadas sobre o voto, favorável ou contrário, à proposta do governo de um mínimo de R$ 545.

A expectativa é de que a votação estenda-se até as 22 horas. Dez oradores revezaram-se na tribuna, sendo cinco da oposição e cinco a favor do governo. Com cerca de 80 sindicalistas nas galerias, os senadores não sofrem a mesma pressão que recaiu sobre os deputados na semana passada.

A votação do projeto principal, relatado pelo senador Romero Jucá (PMDB-RR), será simbólica, com expectativa de aprovação pela ampla maioria dos senadores. Em seguida, haverá três votações nominais dos destaques apresentados pela oposição. O PSDB defende um mínimo de R$ 600 e a exclusão do dispositivo que autoriza o reajuste automático do mínimo, por decreto, conforme a política de reajuste que valerá para os próximos quatro anos. O DEM tenta aprovar o salário mínimo de R$ 560.

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