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Justiça analisa impugnação de prefeito eleito de Paulínia que substituiu o pai ‘ficha-suja’ com o mesmo nome

Bruno Siffredi

17 de outubro de 2012 | 16h33

Ricardo Brandt, de O Estado de S.Paulo

CAMPINAS – A Justiça em Paulínia, interior de São Paulo, analisa cinco pedidos de impugnação da candidatura do prefeito eleito Edson Moura Júnior (PMDB), filho do ex-prefeito Edson Moura (PMDB), que substituiu o pai na disputa um dia antes da eleição. Moura, que acumula processos na Justiça de suas gestões anteriores e podia ser cassado caso fosse eleito por causa da Lei da Ficha Limpa, colocou o filho que tem o mesmo nome eu seu lugar, no sábado, dia 6.

Quatro dos pedidos são do Ministério Público e do prefeito e candidato derrotado à reeleição, José Pavan (PSB). A Promotoria alega que Moura tentou ludibriar os eleitores sem tempo para ampla divulgação da troca e que a “população elegeu o filho acreditando que estava votando no pai”. Se alguma das ações for acatada pela Justiça, os votos de Edson Moura Júnior, que teve 41% dos votos válidos, serão considerados nulos e o segundo colocado, o atual prefeito, que teve 35% dos votos, será considerado eleito.

O advogado de Moura, Arthur Freire, disse que a troca foi realizada de acordo com a Lei Eleitoral, que foi dada publicidade ao ato e que os pedidos não tem base no item de inelegibilidade.

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