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‘Falo com lealdade que se tivesse sido convidado para o Ministério da Justiça, ficaria quieto’, diz Martins Cardozo

Camila Tuchlinski

23 de novembro de 2010 | 18h05

Rodrigo Alvares

Líder nas apostas ser o ministro da Justiça da presidente eleita, Dilma Rousseff, o deputado José Eduardo Martins Cardozo negou que tenha recebido qualquer convite para ocupar a pasta. “Falo com lealdade que se eu tivesse sido convidado, em primeiro lugar ficaria quieto e não teria atendido a sua ligação”. Entretanto, a assessoria de Martins Cardozo afirmou que ele tem evitado a imprensa desde que entrou para a equipe de transição do novo governo.

Veja também:

Dilma deve escolher José Eduardo Martins Cardozo para o Ministério da Justiça

Sobre o convite feito para a deputada federal Manuela D’Ávila (PC do B) assumir o Ministério dos Esportes – feudo do partido durante o governo Lula – no lugar de Orlando Silva, Martins Cardozo foi enfático: “A ministra Dilma jamais me delegaria uma tarefa dessas para mim. É preciso discutir os cargos com todos os partidos. As pessoas fazem essa associação porque fui namorado dela”.

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