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Ex-diretor da Dersa pede direito de resposta em propaganda de Dilma

TANIA MARIA BARBOSA MARTIN

20 de outubro de 2010 | 11h58

Fonte: TSE

O engenheiro e ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) representação em que pede direito de resposta na propaganda eleitoral da candidata à Presidência pelo PT, Dilma Rousseff.

O engenheiro fez o pedido em razão da propaganda da petista  ter reproduzido reportagem publicada pela revista IstoÉ em 18 de agosto, segundo a qual ele teria “arrecadado informalmente 4 milhões de reais com empresas privadas, a título de contribuição para campanhas políticas do PSDB, e não ter repassado tal valor ao partido”.

De acrodo com o ex- diretor da Dersa, o fato é falso e que visa atacar sua reputação. Ele diz já ter ajuizado queixa-crime contra os jornalistas responsáveis pela matéria e os dois dirigentes do PSDB entrevistados na reportagem.

Argumentou ainda que nunca participou da arrecadação de recursos de nenhuma campanha eleitoral e que ao contrário do afirmado na propaganda eleitoral, não é alvo de investigação em operação da Polícia Federal que apurou supostos desvios de verbas da obra do Rodoanel na capital paulista. Afirma que “não figura como indiciado em inquérito policial decorrente da referida operação” e que a ação penal que responde pelo crime de receptação de joias foi trancada por força de uma liminar em habeas corpus.

O engenheiro sustenta que a propaganda fere a lei eleitoral ao imputar-lhe práticas de caixa dois e estelionato e, por essa razão, pede 2 minutos e meio – tempo dispendido para veicular ofensas contra ele nos blocos da tarde e da noite –  na propaganda eleitoral de Dilma.

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