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Ex-assessor de Agnelo ficará calado em depoimento na CPI

Lilian Venturini

25 de junho de 2012 | 14h05

Por estadão.com.br

Um decisão liminar do Supremo Tribunal Federal (STF) garantiu a Claudio Monteiro o direito de permanecer calado durante o seu depoimento na CPI do Cachoeira. Foi assegurado ainda o direito do ex-assessor de ser acompanhado por advogado e de não ser preso em decorrência do exercício do direito de não se autoincriminar. A decisão foi proferida em ação de habeas corpus impetrada pela defesa do ex-chefe de gabinete no último dia 20.

A defesa de Monteiro, que é ex-chefe de gabinete do governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz (PT), tinha entrado com o pedido de liminar para que Monteiro não respondesse se questionado sobre fatos fora da investigação. Outros convocados para depor nesta semana na CPI apresentaram pedidos semelhantes e aguardam decisão do STF: o ex-subsecretário de Esportes do Distrito Federal, João Carlos Feitoza; o ex-assessor do governador de Goiás, Lúcio Fiúza Gouthier; e Écio Antônio Ribeiro, sócio da empresa Mestra Administração e Participações Ltda.

Monteiro foi citado em escutas telefônicas realizadas pela Polícia Federal como possível facilitador do esquema de Cachoeira no governo do DF. À CPI, Agnelo Queiroz afirmou não ter conhecimento sobre qualquer proximidade de Cláudio Monteiro com Cachoeira e defendeu seu ex-subordinado./ Com informações da Agência Senado

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