Serra e Haddad evitam atacar Russomanno e polarizam debate
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Serra e Haddad evitam atacar Russomanno e polarizam debate

Lilian Venturini

17 de setembro de 2012 | 09h11

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Bruno Siffredi, de O Estado de S.Paulo

Os candidatos de PT, Fernando Haddad, e PSDB, José Serra, evitaram atacar o líder nas pesquisas Celso Russomanno (PRB), que por sua vez também evitou revidar críticas dos rivais, durante o debate Estadão/TV Cultura/YouTube realizado na noite desta segunda-feira, 17, no Teatro Franco Zampari, em São Paulo. O resultado foi um debate polarizado entre PT e PSDB, com o candidato líder nas pesquisas participando como coadjuvante de luxo.

No primeiro bloco, a pergunta do mediador Mario Sergio Conti surpreendeu os candidatos, ao pedir-lhes uma avaliação sobre o líder nas pesquisas. “Não me sinto à vontade para analisar a trajetória de um candidato com o qual estou disputando”, disse Serra. Por sua vez, Haddad afirmou que o eleitorado ainda vai se informar sobre as propostas do candidato. “Eu penso que há um sentimento de mudança na cidade.”

Tecnicamente empatados nas pesquisas, Haddad e Serra se enfrentaram mais do que nos encontros anteriores entre os candidatos.

Em dado momento, o petista lembrou a declaração do tucano sobre a presidente Dilma Rousseff “meter o bico” em São Paulo e o confrontou. Em sua resposta, Serra acusou o PT de usar a indicação de Marta Suplicy para o Ministério da Cultura para beneficiar a candidatura de Haddad. O petista contestou Serra dizendo que a declaração sobre Dilma foi feita antes da nomeação de Marta.

No terceiro bloco, os dois se enfrentaram novamente. Haddad voltou a frisar que os moradores de São Paulo têm desejo de mudança. “Há uma discrepância entre o que está acontecendo no Brasil e o que está acontecendo em São Paulo”, disse. Na réplica, Serra disparou: “O que eu me proponho é ser o prefeito da mudança”.

‘Visão catastrófica’. No penúltimo bloco, Russomanno resolveu atacar o tucano. Ele perguntou quais os planos do PSDB para a área da saúde, que vive um “verdadeiro caos”. O tucano rechaçou a “visão catastrófica” do candidato do PRB e enumerou realizações suas e do atual prefeito Gilberto Kassab (PSD). “Precisa melhorar mas houve avanços”, disse.

Na réplica, Russomanno atacou Serra: “Fico me perguntando se você realmente anda nas periferias. O que as pessoas precisam é de atendimento, não adianta fazer do jeito que você está fazendo, porque não resolveu até agora.” Mais tarde, o candidato do PT, Fernando Haddad, usou a frase para reverberar às críticas contra o tucano. “Faço coro ao Russomanno em dizer que só elogia a saúde quem não está na periferia”, disse o petista.

Acompanhe:

00h16 – Última a falar, a candidata Soninha promete que, caso seja eleita, seguirá defendendo uma maneira diferente de fazer política. Termina o debate Estadão/TV Cultura/YouTube.

00h13 – Fernando Haddad também destaca sua trajetória profissional, além da gestão à frente do Ministério da Educação. “Sou professor universitário. Tenho uma carreira de 30 anos”, afirma. Ele alerta o eleitor para políticos que “se apresentam como candidatos da mudança, mas apoiam a atual administração”.

00h11 – O candidato do PRTB, Levy Fidelix, volta a falar sobre sua proposta para quitar a dívida de São Paulo. Ele diz acreditar que o Banco Central aceitaria a criação do novo banco e pede a confiança do povo paulistano.

00h09 – Carlos Giannazi diz que o seu partido, o PSOL, representa uma nova forma de fazer política, com participação popular. “O PSOL é um partido necessário na cidade de São Paulo”, reforça o candidato. “É preciso ousar.”

00h07 – Nas suas considerações finais, Gabriel Chalita volta a falar sobre sua trajetória política. Ele lembra sua gestão na Secretaria de Educação. “Sou um fazedor”, afirma o candidato, que promete trabalhar muito pela cidade de São Paulo.

00h04 – Paulinho da Força volta a defender seu projeto de descentralização da cidade. Ele promete acabar com a indústria da multa e inspeção veicular. “É preciso pensar direito”, alerta o candidato, que volta a atacar Russomanno: “Tem candidato que vota contra os pobres na hora de votar.”

00h02 – Nas suas considerações finais, Serra volta a destacar seu histórico. “Sempre tive ficha limpa”, disse o tucano. Ele afirma que São Paulo precisa de um prefeito com integridade e seriedade.

00h00 – Celso Russomanno agradece o Estadão, os internautas e a TV Cultura pela oportunidade. Ele agradece os eleitores pela posição nas pesquisas e volta a dizer que não vai baixar o nível da campanha. “Eu vou e fiscalizo e você me ajuda. Juntos vamos construir uma São Paulo melhor.”

23h58 – Começa o quinto e último bloco do debate. Os candidatos fazem as considerações finais.

23h52 – Paulinho faz uma pergunta para Haddad sobre saúde. Ele pergunta sobre os projetos de Haddad para a área. O petista afirma que só elogia a saúde em São Paulo quem não frequenta a periferia. Ele critica todo o sistema e afirma que muito precisa ser feito  para melhorar a área. Na réplica, Paulinho explica seus planos para dar mais qualidade de vida aos aposentados, oferecendo lazer e esporte para as pessoas mais velhas. O candidato do PDT diz acreditar que oferecer isso aos idosos pode evitar gastos com hospitais. Na resposta, Haddad diz concordar, mas ressalta que é essencial melhorar o atendimento hospitalar.

23h48 – Haddad faz uma pergunta para Soninha. Ele pergunta se a candidata do PPS é favorável à manutenção da Inspeção Veicular Obrigatória em São Paulo. Ela responde citando diversas áreas em que São Paulo necessita de ações ambientais. Sobre a Inspeção Veicular Obrigatória, Soninha argumenta que o pagamento da taxa, se não fosse pago pelos motoristas, seria pago pela população em geral. Haddad discorda e afirma que o IPVA já deveria ser suficiente.

Estadão: Para Russomanno, igreja não comanda partido 

23h44 – Soninha faz uma pergunta para Giannazi sobre homofobia. Ela pergunta o que candidato pensa sobre o chamado kit gay. Giannazi defende a criminalização da homofobia e diz que as posições do governo vivem um retrocesso por causa da necessidade de negociar com as bancadas religiosas. Soninha diz que a escola deve promover valores como o respeito ao próximo. Ela questiona se realmente é necessário abandonar bandeiras históricas para governar, como faz, segundo ela, o governo federal. Giannazi diz que seu partido luta pelos direitos dos homossexuais e diz ser contra o financiamento privado de campanha.

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23h39 – Giannazi faz uma pergunta para Chalita sobre educação. Ele lembra que o PSOL defende o pagamento de uma “dívida histórica” com os professores e pergunta qual a posição do candidato do PMDB sobre o tema. Chalita lembra sua gestão à frente da secretaria de Educação e diz que é favorável à valorização dos professores. Na réplica, o candidato do PSOL diz haver um “abismo” entre as palavras e as ações de Chalita. Ele acusa o peemedebista de agir ativamente contra os interesses dos professores paulistanos. Chalita nega e diz que seu mandato como deputado foi conquistado com votos dos professores.

23h32 – Russomanno afirma que o modelo defendido por Serra não deu bons resultados e afirma que o tucano precisa ouvir a população da periferia. Na tréplica, Serra diz que a situação de São Paulo seria pior se seguisse o modelo do ex-prefeito Paulo Maluf, ex-aliado de Russomanno.

23h30 – Russomanno faz uma pergunta para José Serra sobre saúde. Ele quer saber o que o tucano pretende fazer para acabar com o “pior problema da cidade de São Paulo”. Serra discorda da “visão catastrófica” de Russomanno e lembra de projeto iniciado em São Paulo que foi adotado pelo Rio de Janeiro. O tucano também cita a distribuição de remédios e a criação de leitos como realizações de sua gestão. Serra promete fazer 30 centros de Assistência Médica Ambulatorial (AMA) novos e caminhar para a unificação do atendimento do Estado e da Prefeitura.

23h26 – Levy Fidelix faz uma pergunta para Russomanno sobre a dívida de São Paulo. Ele quer saber qual o plano do candidato do PRB para resolver o problema. Russomanno promete uma “ação proativa” para conseguir abater a dívida. Na réplica, Levy acusa o candidato de não saber como solucionar o problema. Ele defende a criação de um banco. Na tréplica, Russomanno lembra que esse projeto depende da autorização do Banco Central. Ele afirma que a experiência do Banespa foi “triste para São Paulo”.

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23h23 – Chalita faz uma pergunta para Paulinho. Ele quer saber os projetos do pedetista para melhorar o acesso do paulistano ao entretenimento e à cultura. Paulinho conta que pretende criar uma escola profissionalizante em cada distrito de São Paulo. Na réplica, Chalita apresenta seu projeto de criar a Broadway paulistana. Paulinho rebate afirmando que o incentivo ao esporte também é importante. O candidato do PDT defende também que a Virada Cultural “vá para a periferia” para criar oportunidades aos paulistanos de origem mais pobre.

23h18 – Começa o quarto bloco do debate. Candidatos fazem mais perguntas entre si.

23h12 – Um dos coordenadores da campanha de José Serra (PSDB), o deputado estadual tucano Orlando Morando, rebatia da plateia a resposta que Fernando Haddad (PT) dava ao diretor da sucursal de Brasília, João Bosco Rabello, sobre o polêmico apoio de Paulo Maluf (PP) à sua candidatura.”Perdidinho ele, heim?”, ironizou o parlamentar. Quando Haddad mencionou o apoio do PP ao governo Geraldo Alckmin (PSDB), Morando rebateu: “Tem cargo, mas não tem poder não.”

23h08 – Bruno Paes Manso pergunta para o candidato Levy Fidelix sobre sua proposta de plantar uma árvore em cada rua da capital paulista. Ele pergunta se o candidato sabe o custo do projeto. Levy respondeu afirmando que sabe o custo e afirma que o jornalista não sabe quantas ruas existem em São Paulo.

Estadão: Veja a repercussão do debate nas redes sociais 

23h06 – Julia Duailibi lembra que o PDT, partido de Paulinho da Força, faz parte da base dos governos federal, estadual e municipal. Ela pergunta para Paulinho se o PDT se encaixa em todos os projetos de poder. O candidato responde afirmando que o PDT participa de todas as gestões porque tem muito a contribuir em todos os níveis. Ao comentar a resposta, Chalita defende uma reforma política para diminuir o número de partidos no País.

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23h02 – Chacra fala sobre a política de Tolerância Zero em Nova York e pergunta se garantir uma cidade segura para os paulistanos justificaria tomar medidas que podem desrespeitar alguns direitos. Soninha diz que é favorável à tolerância zero contra crimes como dirigir embriagado. Ela lembra, porém, que a política de segurança aplicada em Nova York era apoiada em outras ações importantes e não se resumia a repressão dos criminosos.

ESPECIAL: Fique por dentro das datas no calendário eleitoral 

22h53 – O jornalista Gustavo Chacra, correspondente de O Estado de S.Paulo, pergunta para Chalita quem ele apoiaria em um eventual segundo turno entre Serra e Haddad. Ao responder, Chalita fala sobre suas propostas para São Paulo e não apresenta uma posição definida. Na réplica, Soninha destaca a agressividade de Chalita contra o candidato tucano. Ela critica o peemedebista por afirmar que suas relações com Dilma e Alckmin o tornariam um prefeito melhor. “É um absurdo.”

22h49 – Russomanno diz que não vai comentar a pergunta porque a mesma diz respeito apenas ao candidato do PT. Ele aproveita o tempo para negar a acusação de que sua proposta para a GCM tenha o objetivo de criar uma milícia em São Paulo. Ele afirma que as acusações são levianas.

22h46 – O jornalista João Bosco Rabello, diretor da sucursal do jornal O Estado de S.Paulo em Brasília, faz uma pergunta para Haddad. Ele quer saber como é fazer uma campanha escondendo um aliado e se não é subestimar o eleitor dizer que a aliança com Paulo Maluf não acarretará ‘toma lá, da cá’. Haddad afirma que o partido de Maluf, o PP, é aliado do PT no governo federal e essa aliança se reproduz em nível municipal.

Estadão: Haddad critica Serra no segundo bloco do debate

22h43 – Haddad comenta a resposta de Serra e lembra a avaliação negativa da gestão de Kassab, que chegou na Prefeitura como vice de Serra. O petista destaca a diferença entre a avaliação do governo federal e a do prefeito paulistano. Na tréplica, Serra diz que o emprego em São Paulo no período cresceu mais em São Paulo do que no resto do País.

22h41 – Bruno Paes Manso, repórter do jornal O Estado de S.Paulo, pergunta se Serra acha que o eleitor está cansado do tucano, vista a sua rejeição nas pesquisas. Serra nega e diz que a questão da rejeição deve “tomar corpo no dia da eleição”. Ele lembra que, na eleição presidencial de 2010, teve mais votos na capital paulista do que quando concorreu a prefeito.

22h39 – Serra comenta a pergunta e lembra a polêmica envolvendo o presidente do PRB, que acusou a Igreja Católica de ter promovido do kit anti-homofobia.

22h37 – Julia Duailibi, repórter do jornal O Estado de S.Paulo, pergunta para Russomanno se ele pretende nomear membros das igrejas que o apoiam para cargos públicos se for eleito. “Todos têm direito a ter uma religião”, diz Russomanno. Ele promete colocar em seu governo as pessoas “mais competentes e mais preparadas”.

22h34 – Começa o terceiro bloco do debate. Os candidatos respondem perguntas dos jornalistas.

22h31 – Giannazi faz uma pergunta para Russomanno sobre violência. O candidato do PRB defende aumentar o contingente da Guarda Civil Metropolitana para torná-la mais importante no combate ao crime. Na tréplica, Giannazi acusa Russomanno de receber dinheiro da indústria de armas.

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22h25 – Giannazi pergunta para Levy Fidelix quais seus planos para a educação. Fidelix afirma que é necessário aumentar os salários dos professores, melhorar a infraestrutura e a segurança das escolas e fiscalizar a gestão dos recursos. Na réplica, Giannazi afirma que as últimas gestões têm prejudicado a educação e afirma que a proposta de instituir o ensino em tempo integral é uma farsa.

22h20 – Serra afirma que a nomeação de Marta para o Ministério da Cultura serviu para apaziguar os ânimos da senadora petista, que queria ser candidata à Prefeitura. Na réplica, Haddad afirma que a declaração de Serra é anterior à nomeação de Marta e diz que o tucano é deselegante com adversários e até com aliados políticos. Ele lembra ainda que Dilma é bem avaliada, enquanto a gestão de Kassab é alvo de críticas.

22h17 – Haddad pergunta para Serra sobre a campanha. Ele lembra as críticas de Serra a Dilma após ela se manifestar em favor da candidatura do petista. Ele pergunta se Serra considera a expressão “meter o bico” adequada para tratar a presidente.

Estadão: Candidatos são questionados sobre liderança de Russomanno no debate

22h13 – Paulinho faz uma pergunta para Soninha sobre como resolver o problema da saúde em São Paulo. Soninha afirma que uma das ações que poderiam ser tomadas a curto prazo seria organizar o banco de dados da saúde para melhorar o atendimento e tornar mais eficiente o uso dos recursos.

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22h10 – A mulher do petista Fernando Haddad, Ana Estela, achou a pergunta que seu marido respondeu sobre financiamento de campanha como ‘a mais ingrata’ até aquele momento do debate.

22h09 – “É uma dívida incorreta, injusta. Não tivemos prefeitos fortes para conseguir renegociar essa dívida”, diz Chalita. Ele afirma que quer converter a dívida em investimentos na área social.

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22h07 – Levy Fidelix faz uma pergunta para Gabriel Chalita sobre a dívida de São Paulo. Ele diz que o candidato do PMDB “não gosta muito de números” e pergunta como ele resolveria a “questão da dívida” da cidade.

22h04 – Na réplica, Soninha acusa o PT de fazer “acordos espúrios” e pergunta como ele pode se apresentar como “o novo” a eleição. Haddad diz que Soninha deveria respeitar mais Marta Suplicy. Ele afirma que a senadora petista desafiou o partido quando considerou que era correto e respeitou a decisão dos colegas quando foi o momento.

22h02 – Integrantes da equipe de Celso Russomanno na plateia fizeram figas e comemoraram como um gol o sorteio do nome de Fernando Haddad para responder à pergunta sobre quem financia a sua campanha.

22h01 – Soninha pergunta para Haddad sobre o processo de prévias do PT. Ela quer saber o que o candidato petista acha sobre a interferência de Lula no partido. Haddad afirma que a decisão visou garantir que Marta cumprisse todo o mandato de senadora. Ele aproveita para alfinetar o candidato do PSDB, que deixou o cargo de prefeito durante o mandato.

21h58 – Paulinho fala sobre sua proposta para descentralizar São Paulo levando os empregos para a periferia. Na réplica, Serra diz que quer “simplificar a legislação e diminuir a burocracia”. Ele lembra que treinamento e qualificação são importantes e, para melhorar a empregabilidade do paulistano, o tucano promete “ocupar todos os CEUs com cursos técnicos noturnos”.

21h55 – Serra é o primeiro a perguntar. Ele escolhe Paulinho da Força. Serra lembra ter acolhido uma “sugestão” da Força Sindical ao criar os centros de apoio ao trabalhador. “Quero saber seus planos para a área do emprego.”

21h53 – Começa o segundo bloco do debate. Agora, os candidatos fazem perguntas entre si.

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21h50 – Soninha afirma que a gestão tucana teve boas realizações e diz que não teria problema algum em manter projetos da atual gestão.

21h49 – A última pergunta do 1º bloco do debate pede aos candidatos quais planos de administrações passadas eles dariam continuidade. Quem responde é a candidata Soninha Francine.

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21h48 – Serra afirma que é possível melhorar as calçadas com trabalho voltado para garantir que a manutenção seja feita de maneira eficiente. Ele lembra projeto de sua gestão sobre o tema.

21h46 – A sexta pergunta dos eleitores é sobre as calçadas de São Paulo. Quem responde é o candidato do PSDB, José Serra.

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21h44 – Fidelix agradece a oportunidade de responder a mais uma pergunta sobre transporte, seu tema predileto. Ele diz que a pergunta é um sinal de que os eleitores o querem como prefeito de São Paulo.

21h42 – A quinta pergunta dos eleitores é sobre transporte público. O eleitor quer saber como é possível melhorar o transporte público sem inibir o uso do carro. Quem responde é Levy Fidelix.

21h41 – O petista lembra que no Brasil não existe o financiamento público de campanha e critica o atual modelo de financiamento. Haddad defende a reforma das regras referentes ao financiamento de campanha para tornar o processo mais transparente.

21h40 – A quarta pergunta é sobre financiamento de campanha. O eleitor pede que o candidato explique quem são os doadores das campanha e por que eles apoiam a candidatura. Quem responde é Haddad.

21h39 – Russomanno afirma que tem planos para implementar novas maneiras de tornar a cidade e os serviços públicos mais acessíveis para portadores de deficiências.

21h37 – A terceira pergunta é sobre acessibilidade. O eleitor quer saber o que o candidato pretende fazer para incorporar a linguagem de sinais na gestão pública. Quem responde é Russomanno.

21h36 – Giannazi afirma conhecer bem o problema nas represas e diz que é preciso criar um programa para recuperar as águas. Ele lembrou de sua experiência pessoal com o uso da represa para lazer e diz querer que isso volte a ficar disponível para os paulistanos.

21h34 – A segunda pergunta dos eleitores é sobre questão da água e a limpeza das fontes que abastecem a capital paulista. Quem responde é Carlos Giannazi.

21h32 – Paulinho afirma que pretende implementar diversas iniciativas para evitar que os incêndios continuem atingindo favelas de São Paulo. Ele diz acreditar que o foco deve ser na prevenção e em buscar moradias melhores para as pessoas que vivem em favelas.

21h31 – A primeira pergunta dos internautas é sobre os incêndios nas favelas. O eleitor pergunta o que os candidatos pretendem fazer sobre o problema.  Quem responde é Paulinho da Força.

21h29 – Último a falar na primeira rodada de perguntas, Russomanno rebate as críticas de Giannazi e Paulinho da Força.

21h28 – Paulinho da Força acusa Russomanno de agir contra os interesses da população mais pobre e criticou o candidato por manter um discurso, na visão do pedetista, inconsistente com as suas ações.

21h27 – Soninha afirma que Russomanno tem a atual popularidade por causa de sua trajetória na televisão. Ela acredita que o candidato do PRB foi poupado de críticas dos outros candidatos porque não ocupou outros cargos antes. Soninha disse ainda que ela seria a melhor candidata para enfrentar Russomanno no segundo turno.

21h25 – Chalita afirma, assim como os outros candidatos, que o cenário eleitoral deve mudar. Ele acredita que os candidatos ainda precisam ficar mais conhecidos pelos eleitores.

21h23 – Haddad concorda com Serra ao afirmar que não acredita que a situação das pesquisas se mantenha da mesma forma até o final da eleição. Para o petista, a população ainda precisa conhecer as propostas de todos os candidatos.

21h22 – Serra afirma que não se sente à vontade para analisar a trajetória de Russomanno. “A eleição ainda está longe”, observa. Ele acredita que o tempo até o dia da eleição permitirá esclarecer todas as dúvidas sobre os candidatos.

21h20 – O jornalista Mario Sérgio Conti faz a primeira pergunta para os candidatos. Ele pede que os candidatos expliquem o momento vivido pela candidatura de Celso Russomanno.

21h18 – Começa o primeiro bloco do debate Estadão/TV Cultura/YouTube.

ESPECIAL: Fique por dentro das datas no calendário eleitoral 

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21h02 – Celso Russomanno disse esperar “um debate de alto nível, com respeito ao cidadão, sem baixaria”. Ao ser questionado se ele vai responder aos ataques dos adversários, o candidato disse que não vai “contra-atacar”. “Eu pretendo continuar respeitando o eleitor e não vou baixar o nível dessa campanha de jeito nenhum.”

20h59 – O candidato do PRB, Celso Russomanno, afirmou que considera “muito importante” o debate com a participação dos eleitores: “É um espaço para a democracia.”

Estadão’: Para Chalita, Igreja Católica só reagiu à crítica de PRB

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20h53 – Serra afirmou acreditar que “acha bom” que o debate seja transmitido pela internet. Ao ser questionado sobre quais perguntas espera receber dos internautas, Serra disse que “quem sabe das perguntas são os jornalistas”.

20h48 – O candidato do PSDB, José Serra, chegou neste momento ao local do debate. O tucano afirmou esperar que seja “um bom debate, com propostas”, o que para ele “é bom para a população”.

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20h39 – A menos de quatro meses de encerrar seu mandato de prefeito da cidade de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD) ainda acha que falta muito. Questionado sobre pesquisa Ibope que o colocou como o 21° pior prefeito do Brasil, Kassab disse que a “avaliação verdadeira” da população é a que vem no término do mandato. “Ainda estamos longe do final”, afirmou, por três vezes seguidas, antes de encerrar a entrevista.

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ESPECIAL: Analise seus candidatos e decida em quem votar

20h33 – O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), chegou há pouco ao local do debate e comentou a situação dos candidatos à Prefeitura. “São Paulo é uma cidade muito rica, mas cheia de contrastes”, disse Kassab. Ele destacou os “avanços” de sua gestão e disse que, para os candidatos, o mais importante é apresentar “propostas para o futuro”. Questionado sobre o que pretende fazer após deixar o cargo de prefeito, Kassab disse que quer “continuar na vida pública”, mas descartou fazer previsões: “Vamos aguardar o final do mandato.”

‘Estadão’: Haddad diz que está preparado para responder qualquer pergunta

20h15 – O candidato do PDT, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, voltou a afirmar que suas propostas têm sido “pirateadas” pelos adversários. Ao chegar no Teatro Franco Zampari, onde será realizado debate, Paulinho disse que considera isso positivo, porque mesmo se ele não for eleito suas ideias podem vir a ser aplicadas por outros. Ele disse que sua principal proposta para o debate é “levar o emprego para perto da casa das pessoas” através de incentivos fiscais e parcerias com a iniciativa privada.

 

20h12 – Em sua chegada para o debate Estadão/TV Cultura/Youtube, a candidata do PPS à prefeitura de São Paulo, Soninha Francine, previu poucas propostas e disse “que vai acabar pegando no fígado as questões políticas”. Ela citou a troca de farpas entre a Igreja Católica e a campanha de Celso Russomanno (PRB), cujo partido é ligado à Igreja Universal, travada no fim da semana passada.

“O que vai acabar pegando no fígado são as questões políticas. Essa semana a gente viu a guerra de declarações entre igrejas. E o mensalão vai aparecer”, disse a candidata ao chegar ao local do debate.

20h07 – A candidata do PPS, Soninha Francine, disse que vai ficar “à vontade” com as perguntas dos internautas, ao chegar ao local do debate. “Normalmente eu já fico à vontade, mas desta vez vou ficar ainda mais à vontade”, observou a candidata. Ela afirmou que “há anos” responde perguntas dos eleitores pela web. Sobre o debate, Soninha disse acreditar que “a discussão vai ser mais sobre postura política e sobre alianças” do que sobre propostas para a cidade de São Paulo.

ESPECIAL: Acompanhe a cobertura das eleições 2012

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20h02 – Ao chegar no local do debate, o candidato do PMDB, Gabriel Chalita, elogiou o modelo que permite a participação dos eleitores: “Acho ótimo fazer com que as pessoas possam acessar e refletir sobre as eleições de diversas maneiras.” Ele disse acreditar que o evento vai permitir que os eleitores vejam os políticos “sem padrinhos, sem a estrutura do programa eleitoral, como é o candidato mesmo”. Ele acredita que o confronto entre os postulantes à Prefeitura de São Paulo na televisão vai deixar claro “quem tem projeto e quem não tem”.

19h56 – O candidato do PSOL, Carlos Giannazi, anunciou que pretende trazer o julgamento do mensalão para o centro do debate. Nos vinte segundos iniciais de entrevista, pronunciou duas vezes a palavra mensalão. “Vamos entrar em temas críticos, como o julgamento do mensalão”. “O tema da corrupção hoje é transversal, por conta do julgamento do mensalão”. Ele destacou que o julgamento entra hoje no “núcleo duro” do esquema e afirmou que “Lula sabia” de tudo.

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19h48 – O candidato do PSOL, Carlos Giannazi, chegou simultaneamente a Haddad ao local do debate. Ele afirmou que pretende “apresentar propostas para viabilizar a qualidade de vida na cidade de São Paulo”. Segundo Giannazi, o principal objetivo do debate deve ser “esclarecer a população” sobre os candidatos. “Vamos apresentar propostas, mas vamos também ter uma postura crítica”, disse.

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19h41 – O candidato do PT, Fernando Haddad, chegou há pouco ao Teatro Franco Zampari. O petista elogiou o modelo adotado pelo debate Estadão/TV Cultura/YouTube, que privilegia a participação do público. “Essa é uma forma democrática e todos podem se sentir participantes da escolha do novo prefeito”, disse. Haddad afirmou estar preparado para “qualquer tema”. “Qualquer que seja a pergunta, nós vamos ter respostas concretas”, garantiu.

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19h14 – O candidato do PRTB, Levy Fidelix, foi o primeiro a chegar ao Teatro Franco Zampari, onde é realizado o debate. Ele afirmou que sua expectativa é que as “propostas e ideias possam realmente prevalecer” no debate Estadão/TV Cultura/YouTube. Fidelix disse que deve manter a estratégia de focar no tema dos transportes, que considera ser sua especialidade. “Sabemos que as pessoas gastam muito no transporte”, ponderou o candidato.

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