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Em nota, Greenhalgh diz que defesa quer desqualificar confissões dos acusados

Redação

10 de maio de 2012 | 18h30

Fausto Macedo – O Estado de S.Paulo

O advogado Luiz Eduardo Greenhalgh, citado nos depoimentos dos réus do caso Celso Daniel, distribuiu nota à imprensa na tarde desta quinta-feira, 10, por meio da qual repudia com veemência as acusações no plenário do júri de Itapecerica da Serra, na grande São Paulo.

Na nota, Greenhalgh destaca que “a defesa dos acusados procura, no plenário do Júri, desqualificar as confissões feitas pelos mesmos no inquérito policial”. Na avaliação do advogado, “essa tática não vai prevalecer, posto que são inverídicas essas alegações”.

Greenhalgh assinala que”todos os depoimentos prestados pelos acusados no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa ( DHPP) foram acompanhados por, além dele próprio, diversos promotores de Justiça que, inclusive, assinaram tais depoimentos”.

“Eles (promotores de Justiça) são testemunhas de que não houve maus tratos durante os depoimentos que resultaram na confissão dos acusados.” O advogado anota, ainda, que a “alegação já havia sido levantada pela defesa em 2004 e totalmente rechaçada por todos os que participaram do inquérito policial junto comigo.”

Em 2010, o primeiro acusado levado a júri no caso Celso Daniel, Marcos Roberto Bispo, também usou da mesma estratégia ao atribuir maus tratos a Greenhalgh. Os jurados condenaram Bispo a 18 anos de prisão.

 

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