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Dilma inicia fala com minuto de silêncio para o Rio de Janeiro

Jennifer Gonzales

10 de abril de 2010 | 13h50

A pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, abriu sua fala em evento de centrais sindicais, em São Bernardo pedindo um minuto de silêncio em homenagem às vítimas das chuvas no Rio de Janeiro.

“Eu tive a honra de participar do governo Lula. E ao lado do presidente, reforcei meus laços com os movimentos sociais, com o lado mais pobre da sociedade. Foi um governo de todos, que governou para todos os brasileiros. Inclusive governou contemplando os partidos, inclusive os governos de oposição.”

“O emprego é uma questão muito importante. E, aqui, olhando para vocês, eu tenho certeza que o que nós fizemos, tem uma importância que transcende a nós mesmo. Nós mudamos o Brasil. Nós demos ao povo a esperança e a força. Hoje, aqui, nós pudemos dizer: ‘geramos mais de 12 milhões de empregos'”.

“Quando a gente olha para o futuro, olha necessariamente para o presente e para o passado. O trabalhador não quer mais aquela situação de ter medo de perder o emprego. Acredito que nós acabamos de vez com décadas de desemprego e arrocho salarial.”

“Eles não querem que a gente compare. Mas não adianta. O governo Lula mudou o País. Por isso a gente pode dizer, o governo Lula é o governo do emprego, o governo que criou as bases para criar mais emprego”.

“Eu não fujo da situação quando ela fica difícil. Eu posso apanhar, ser maltrada, como eu já fui. Mas não fujo da luta. Em cada época da minha vida, eu fiz o que fiz porque acreditava naquilo. Eu mudei quando o Brasil mudou. Eu não fujo da luta. Nunca abandonei o barco.”

“Vocês não me verão apelando, usando ou contratando pessoas para caluniar ou difamar adversários. Minhas políticas serão duras, mas serão políticas, respeitosas e civilizadas. Mesmo que eu seja difamada.”

“Eu não traio o povo brasileiro. Nunca traí os interesses do povo, nem trairei. Nunca pedirei que esqueçam o que eu fiz ou escrevi”.

“Eu não entrego o meu País. Jamais me verão tomando decisões que signifiquem a entrega das riquezas ou empresas nacionais”.

“O Estado tem de estar a serviço do interesse nacional, da emancipação do povo.”

“Eu respeito os movimentos sociais. Respeitarei sempre os movimentos sociais, sindicais. Eles são as bases da democracia representativa.”

“Tendo passado pelo que eu passei, defenderei sempre a democracia”

“Esse País pode mais porque nós criamos as condições para que ele pudesse mais. Os viúvos da estagnação são os nossos oponentes. Acabou o tempo dos exterminadores de emprego, dos exterminadores de futuro. O Brasil sabe o que quer. Nós vamos prosseguir, prosseuir avançando”.

Dilma encerra sua fala e volta a ser ovacionada pelos militantes.

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