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Dilma alfineta oposição em defesa de programas de moradia popular

Ricardo Chapola

25 de janeiro de 2013 | 17h17

O Estado de S. Paulo

Em seu segundo compromisso na agenda especial para o aniversário de São Paulo, a presidente Dilma Rousseff alfinetou nesta sexta-feira, 25, governos da oposição por terem sido sempre críticos aos programas assistencialistas e de moradia popular defendidos pelo PT na Presidência. Dilma afirmou que essas políticas eram vistas como absurdas e irresponsáveis. A presidente participou da cerimônia de entrega de 300 casas do programa Minha Casa, Minha Vida na zona leste da capital.

“Era considerado um absurdo. Coisa que só passava na cabeça de gente que não tinha responsabilidade. Queria dizer que é ao contrário: gente com responsabilidade tem que ver que sua população não pode morar em favelas”, disse.

O governo federal elaborou agendas para mostrar estreitamento de parcerias entre governo federal e a Prefeitura.

A cerimônia  também foi marcada pela assinatura de um ofício no qual o prefeito Fernando Haddad (PT) autoriza a concessão de terrenos na zona leste para a construção do Instituto Federal de Educação e de mais um campus da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O texto será encaminhado para análise da Câmara.

Acompanhe os principais trechos do evento:

18h12: Finalizando sua fala, Dilma prometeu mais crescimento para o País e citou a redução das taxas de energia elétrica como um passo de desenvolvimento.  “Nós abaixamos a conta de Luz porque podíamos. E isso vai ser uma coisa boa para o Brasil continuar crescendo”.

18h11: Dilma alfinetou a oposição. Disse que governos anteriores viam com maus olhos políticas assistencialistas e programas de moradia popular – bandeiras da gestão do PT na Presidência. “Era considerado um absurdo. Coisa que só passava na cabeça de gente que não tinha responsabilidade. Queria dizer que é ao contrário: gente com responsabilidade tem que ver que sua população não pode morar em favelas”, disse.

18h07: “Um País como o Brasil não pode abrir mão de assegurar para sua população condições adequadas de vida. Teve uma época em nosso País que falar em moradia popular era muito mal visto”, afirmou a presidente.

18h02: Dilma afirmou que, no que depender de seu governo, todos os brasileiros que não têm casa própria vão ter uma.

17h58: A presidente Dilma Rousseff toma a palavra e faz elogios ao prefeito Fernando Haddad (PT). “Queria cumprimentar esse prefeito que foi meu companheiro de governo na gestão do presidente Lula e que depois foi meu ministro. E que fez um grande trabalho à frente do Ministério de Educação (MEC).

17h42: Discursa o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro (PP).

17h36: “Esse é o primeiro passo nessa parceria”, disse Padilha em referência ao trabalho conjunto que a União e a Prefeitura pretendem firmar durante a gestão do PT em SP.

17h29: Fala o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Ele destaca a importância dos investimentos no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

17h27: O ministro de Educação, Aloizio Mercadante, tomou a palavra.

17h26: O prefeito assinou um ofício que encaminhará para a Câmara concedendo terrenos municipais na zona leste da capital para a construção de mais um campus do Instituto Federal de Educação e de outro campus da Universidade Federal de São Paulo.

17h20: Haddad elogiou o pronunciamento da presidente Dilma feito na última quarta-feira para anunciar a redução das taxas de energia elétrica. Na avaliação da oposição, Dilma fez uso político do discurso que fez em cadeia nacional de rádio e TV para defender sua reeleição.

17h19: O prefeito Fernando Haddad (PT) iniciou o discurso para anunciar a entrega de 300 moradias do programa Minha Casa, Minha Vida.

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