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Dilma faz corpo-a-corpo para poucos no Café Carioca

Armando Fávaro

30 de abril de 2010 | 12h56

“Vai aumentar o meu salário, ministra?”, gritava insistentemente um freguês do Café Carioca, tradicional ponto de encontro no centro de Santos, para a pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff. “Vai”, respondeu um assessor. “Que dia?”, retrucou, para completar: “Só se for no dia em que eu morrer”.

Dilma Rousseff deixou a sede do jornal A Tribuna por volta das 11h40 e surpreendeu os jornalistas que a esperavam em frente à Associação Comercial de Santos com uma caminhada pela região da Praça Mauá. Passou pela prefeitura e atravessou a rua em direção ao Carioca, onde cumprimentou fregueses e comeu um pastel, acompanhada de Aloizio Mercadante e Marta Suplicy.

A expedição da petista gerou curiosidade em quem passava pelo local. A aglomeração, entretanto, era mais de jornalistas e políticos que estavam na órbita da ex-ministra. Enquanto ela se dirigia rumo à associação, outro transeunte perguntou, urrando: “Pra que tudo isso, pra colocar mais dinheiro na cueca?”.

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