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Dilma evita pergunta sobre críticas à sua campanha

Armando Fávaro

29 de abril de 2010 | 13h51

Por André Mascarenhas, de Ribeirão Preto 

Após se reunir com empresários da Associação Brasileira da Industria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a ex-ministra da Casa Civil e pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, evitou responder a uma pergunta sobre as críticas que sua campanha recebeu de publicitários ligados a sua campanha. 

“Acho que é uma questão que não cabe a gente discutir aqui nesse momento, tem muitas perguntas que fazem dizer às políticas que a gente implementará daqui pra frente. Críticas são normais. Nós temos uma relação democrática, mas seguramente tem outros aspectos mais importantes pra gente tratar aqui”, desviou-se a petista, ao ser questionada sobre considerações acerca de sua campanha feitas pelo publicitário Duda Mendonça, em palestra no Rio. No encontro, o guro do marketing político disse considerar que a insistência do partido em transformá-la no que ela não é aumenta o potencial de erros da petista. 

A ex-ministra abriu o microfone para os repórteres estabelecendo o limite de “duas perguntas” e agradecendo a presença “dos senhores e senhoras jornalistas”. 

Antes da coletiva, Dilma iniciou sua fala propondo mais investimentos no setor de máquinas e equipamentos agrícolas. Minutos antes, a ex-ministra estava reunida com representantes do setor, a Abimaq.

“O Brasil precisa produzir não só o produto final (agrícola), que é importantíssimo, mas precisa que a cadeia inteira seja capaz de gerar renda e desenvolvimento”, disse, num claro recado aos empresários do setor que acompanhavam seu pronunciamento.

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