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Dilma analisa a possibilidade de não cortar o fundo partidário

TANIA MARIA BARBOSA MARTIN

09 de fevereiro de 2011 | 16h22

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Foto: Fernando Bizerra Jr/Efe

 

Tânia Monteiro

A presidente Dilma Rousseff, em reunião realizada na noite desta terça, ouviu ponderações para que, ao fazer os cortes no orçamento, não permita que atinjam R$ 100 milhões destinados ao fundo partidário. No Orçamento da União deste ano, o Congresso aprovou proposta elevando em R$ 100 milhões o valor do fundo.

“É melhor manter”, avisou um dos interlocutores à presidente. O argumento é de que é melhor evitar abrir outro flanco de batalha e descontentamento com o Congresso, já que no atual momento o governo está focado na tarefa de aprovar um salário mínimo de R$ 545, embora os parlamentares peçam mais. Esse interlocutor lembrou, ainda, que as discussões sobre o fundo foram concluídas sob entendimento entre todos os partidos da base e da oposição.

Nesta quarta, fugindo da rotina, Dilma resolveu sair do Planalto na hora do almoço. Ela ainda está analisando as ponderações realizadas ontem à noite. Depois de receber as primeiras credenciais de embaixadores na manhã de hoje, Dilma se reuniu com os ministros do Planejamento, Miriam Belchior, e da Fazenda, Guido Mantega, para estabelecer definições em relação ao contingenciamento no orçamento, que será anunciado hoje à tarde.

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