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DEM vai defender mínimo de R$ 560 e aposta em racha na base

Ricardo Chapola

10 de fevereiro de 2011 | 18h10

Eduardo Bresciani

BRASÍLIA – O líder do DEM na Câmara, ACM Neto(BA), fechou um acordo com o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT), o Paulinho da Força, e também vai apresentar uma emenda propondo um salário mínimo de R$ 560. A aposta do DEM é que essa proposta pode “rachar a base” e fazer com que o governo não consiga aprovar os R$ 545 que deseja. “Com os R$ 560, é muito mais fácil rachar a base do que com qualquer valor superior. O que nós queremos é aumentar o salário mínimo para o trabalhador”, afirmou ACM Neto.

Um acordo feito pelos líderes prevê a votação na próxima quarta-feira,16, no plenário da Câmara. Serão votadas de forma nominal as propostas de R$ 600, do PSDB, e de R$ 560, do PDT e do DEM. O projeto do governo fixando o valor de R$ 545,00 já chegou à Casa. Ele determina que o valor passará a valer no mês seguinte ao que for sancionado pela presidente Dilma Rousseff, após as votações no Congresso.

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